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quinta-feira, 4 de junho de 2009

GM Pede Concordata e Venda da Chrysler é Aprovada


Por Kevin Krolicki e John Crawley

DETROIT/WASHINGTON (Reuters) - A General Motors pediu proteção contra falência nos Estados Unidos nesta segunda-feira, levando a montadora de 100 anos -que já foi o símbolo da economia norte-americana- a uma era de incerteza sob controle do governo do presidente Barack Obama.

O pedido de concordata é o terceiro maior da história dos EUA e o maior no setor industrial do país.

A decisão do governo de fornecer mais 30 bilhões de dólares para a reestruturação da fabricante de veículos representa um grande desafio para a administração Obama.

Mas em um sinal de progresso nos esforços do governo norte-americano para reorganizar o setor automotivo, um juiz aprovou, no domingo, a venda de praticamente todos os ativos da montadora Chrysler para um grupo liderado pela italiana Fiat.

A concordata da rival Chrysler, também com apoio financeiro do Tesouro dos EUA, vinha sendo vista como um teste para mostrar qual seria o resultado de uma reorganização muito maior e mais complexa pretendida para a GM.

Obama disse que concessões por parte de trabalhadores e credores permitiram um plano viável para a GM, que agora tem chance de ter sucesso na reestruturação.

"Eu estou absolutamente confiante de que, se bem administrada, a nova GM surgirá como uma empresa que pode competir com montadoras ao redor do mundo e que poderá mais uma vez ser parte integral do futuro econômico dos EUA", disse Obama.

A ambição do governo dos EUA é por um rápido processo de venda da GM, permitindo que uma companhia menor deixe a concordata em um prazo de 60 dias a 90 dias.

Na concordata, a GM será dividida em duas: a "nova GM" e a "velha GM" -que inclui partes da empresa que eventualmente serão liquidadas.

Os ativos da "nova GM" serão transferidos para uma empresa controlada pelos governos dos EUA e do Canadá, pelo sindicato dos trabalhadores UAW e por parte dos credores da GM.

Segundo documentos encaminhados à Justiça, o Tesouro dos EUA só irá financiar a GM se uma transação de venda da "nova GM" for aprovada até 10 de julho.

Para o analista do setor Christopher Richter, da CLSA Asia-Pacific Markets, em Tóquio, a implicação imediata no mercado, com as concordatas de GM e Chrysler, é que ambas serão menores e deixarão espaço para que rivais como Toyota, Honda, Nissan e Hyundai ganhem participação nos EUA.

Um dos maiores desafios para a GM será criar uma linha de produtos com preços mais acessíveis e mais eficientes em termos de consumo de combustível.

A empresa espera manter investimentos de 6,5 bilhões a 7 bilhões de dólares por ano, o equivalente a perto de 5 por cento de suas vendas.

Após o pedido de concordata, as ações da GM foram removidas do índice industrial Dow Jones.

GOVERNO DOS EUA SALVA MONTADORA

Desde o começo do ano, a GM vem sendo mantida viva por recursos do governo dos EUA.

Ao assumir 60 por cento da GM reorganizada, a administração Obama está apostando que a montadora poderá competir com montadoras como a japonesa Toyota após cortar pela metade sua dívida e seus custos trabalhistas sob novo contrato com o sindicato UAW.

De acordo com o vice-presidente financeiro da GM, Ray Young, a montadora precisa ter um valor de 68 bilhões de dólares para que o Tesouro dos EUA recupere integralmente o dinheiro que colocou na empresa.

O governo federal do Canadá e a província de Ontário também se comprometeram a oferecer dinheiro à GM.

A montadora planeja fechar 11 unidades nos EUA e desativar outras três fábricas. A GM não forneceu uma atualização para suas metas de cortes de empregos, mas vinha buscando reduzir 21 mil postos dos 54 mil sindicalizados que tem em seu quadro de funcionários nos EUA.

Apenas o fechamento de fábricas vai afetar de 18 mil a 20 mil trabalhadores filiados ao UAW nos EUA.

"O dia de hoje marca o começo de uma nova companhia, de uma nova GM dedicada a construir os melhores carros e caminhões, com eficiência energética e com qualidade de classe mundial", disse em entrevista coletiva o presidente-executivo da GM, Fritz Henderson.

O sindicato UAW terá fatia de 17,5 por cento na "nova GM". O governo canadense terá 12 por cento e os detentores de bônus da montadora ficarão com 10 por cento.

INVESTIDOR RELUTANTE

Autoridades envolvidas na reorganização da GM disseram que a Casa Branca é um "investidor relutante" na companhia, mas teve que prevenir uma falência que analistas afirmam que deixaria dezenas de milhares de desempregados em um momento de recessão econômica.

A GM emprega 92 mil pessoas nos EUA e é responsável indiretamente por 500 mil aposentados.

Autoridades dos EUA disseram que não há planos de fornecer qualquer outra ajuda financeira à montadora além do já acertado e insistiram que todas as três montadoras de Detroit -GM, Ford e Chrysler- podem sobreviver. Das três, a Ford é a única que não buscou ajuda do governo federal.

No caso da GM, o objetivo da reestruturação é permitir que a companhia volte à lucratividade se a indústria dos EUA voltar a comercializar 10 milhões de veículos por ano.

Até agora, para parar de perder dinheiro, a GM contava com uma recuperação da marca de 16 milhões de carros vendidos nos EUA por ano, marca vista em 2007, segundo autoridades.

Embora seja esperado que a "nova GM" saia rapidamente da proteção contra falência, suas fábricas fechadas, equipamentos e outros ativos devem ser deixados para uma futura liquidação.

No final de semana, a GM conseguiu o suporte para sua reorganização de investidores que representam 54 por cento da dívida de 27 bilhões de dólares com detentores de bônus.

Os detentores de bônus poderão ter até 25 por cento da GM se a empresa recuperar o valor de mercado que tinha em 2004.

(Reportagem adicional de David Bailey, Soyoung Kim, David Lawder, John Crawley, Leah Schnurr, Poornima Gupta, Walden Siew e Tom Hals).

Fonte: O Globo.

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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Os 10 Carros que Afundaram a GM

O site americano jalopnik.com, baseado em Detroit e feito por fanáticos em automóveis, montou uma lista com os dez carros que contribuiram para a decadência da General Motors. É um festival de soluções equivocadas, desenhos inadequados e miopia de marketing. Confira:

1. Hummer Esse é um caso de morte anunciada em tempos de crise. Caríssimo e beberrão, passou de sucesso de vendas a mico com o caos econômico americano

2. Chevrolet SSR O carro é vistoso, uma picape conversível inspirada nos carros dos anos 30. Mas a caçamba era tão pequena que inviabilizava o transporte de carga. E quem quer pagar caro por uma picape que não funciona como picape?

3. Saturn L Series A ideia até que era boa: criar um carro relativamente pequeno, com padrão europeu. O problema é que a plataforma era de um velho Opel que a GM desenterrou de sua fábrica na Alemanha e o desenho do carro deixou a desejar

4. GMC Envoy XUV O Envoy foi projetado para ser um luxuoso SUV equipado com um caríssimo teto retrátil que transformava o carro em picape. Coisa para decoradoras transportarem antiguidades. Como decoradoras que transportam antiguidades é um nicho muito pequeno, o carro foi um fiasco

5. EV1 Criado para atender a exigência de um carro de emissão zero para o mercado californiano, o EV1 significou um caminho diverso em comparação às outras montadoras. Em vez de adaptar um carro que já existia, a GM criou um novo e caríssimo. No meio do caminho decidiu abortar o projeto e foi alvo de protestos de ambientalistas que denunciaram a empresa por boicotar a criação de um carro verde.

6. B Bodies Na racionalização da produção de seus modelos, a GM criou os chamados B Bodies, carros que dividiam plataforma e partes da carroceria. Nos anos 90, uma fornada de modelos saiu de uma mesma base, entre eles o Oldsmobile Custom Cruiser, Buick Roadmaster, Cadilac Fleetwood Brougham, Chevy Caprice (foto), e Chevy Impala SS. Os carros venderam bem, mas criaram um problema de identidade entre as marcas - e, em vez de resolver um problema, criaram outro

7. Cadilac Escalade EXT O Escalade foi um sucesso que recuperou a marca Cadilac. Daí, a GM achou que poderia criar uma picape (mais uma) derivada dele. Só que o minicaminhão de luxo não agradou.

8. Chevrolet Aveo Desenhado na Coréia, o carro não caiu no gosto dos americanos. Era visto como apertado, desconfortável, maldesenhado e feio. Não bastasse tudo isso, a GM foi além e criou uma espécie de gêmeo batizado como Pontiac G3 Wave. Resultado: dois fracassos de vendas.

9. Pontiac Aztek Uma ideia boa em péssima embalagem. O Aztek inovou no conceito de crossover, mas o desenho horrendo e agressivo assustou os compradores

10. Saab 9-2X Os engenheiros da GM pegaram um carro feito pela japonesa Subaru, empresa em que a montadora americana tem participação de 20% e o maquiaram com grade e logotipo da sueca Saab, também pertencente à GM. O resultado foi um Frankenstein apelidado de Saabaru pelos americanos.

Fonte: Portal Exame.

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terça-feira, 2 de junho de 2009

As Marcas Mais Valiosas do Mundo


Um estudo feito pela Interbrand mostra que a gigante do software Microsoft perdeu posição para a IBM em 2008 na lista das 100 marcas mais valiosas do mundo.

Avaliada em US$ 66,6 bilhões, a Coca Cola lidera no ranking pelo oitavo ano consecutivo. A IBM, em segundo lugar, vale US$ 59,031 bilhões e a Microsoft, que há um ano ocupava a segunda posição, passou à terceira colocação (US$ 59,007 bi).

As marcas ligadas às áreas de tecnologia e internet vêm ganhando destaque a cada ano, o maior exemplo é a Google, empresa que mais se valorizou em 2008. Há um ano, a marca da empresa criada pelo Sergei Brin e Larry Page aparecia na 20ª posição, no ranking atual, ocupa a décima posição e está avaliada em US$ 25,590 bilhões. Além da Google, cujo valor da marca cresceu 43% nessa edição do ranking, as marcas que mais se valorizaram foram Apple (+24%), Amazon.com (+19%) e Zara (+15%).

As marcas que mais sofreram desvalorização foram Merrill Lynch (-21%), Gap (-20%), Morgan Stanley (-16%), Citi (-14%), Ford (-12%), UBS (-11%), Motorola, (-10%), Yahoo! (-9%), AIG (-6%), J.P. (-6%), AXA (-4%), Pizza (-4%), Hennessy (-3%), ING (-3%), Goldman (-3%), HSBC (-3%), Budweiser (-2%), KFC (-2%) e Harley-Davidson (-1%).

Além disso, entraram para o ranking este ano as marcas Thomson, BlackBerry, Ferrari, Armani, Marriott, FedEx, Visa e H&M.

Os Estados Unidos lideram o ranking em número de marcas, com 52, seguidos pela Alemanha (10 marcas) e França (8 marcas). Os países com menos marcas são Espanha e Finlândia (1). O Brasil não possui nenhuma.

Fonte: Interbrand.

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sábado, 30 de maio de 2009

Governo Quer Tirar 10 Milhões da Informalidade


“Vale a pena ser legal”. Esse será o lema do governo federal para convencer 10 milhões de trabalhadores a saírem da informalidade e aderirem ao Microempreendedor Individual (MEI), uma nova classe do programa Simples Nacional (Supersimples) criada especialmente para atrair um grande grupo de profissionais que trabalha em salões de beleza, borracharias, chaveiros e outros pequenos negócios.

Esses trabalhadores compõem boa parte da chamada classe C, que hoje não têm acesso aos benefícios previdenciários, muitas vezes por medo da Receita Federal. Com o MEI, que começa a valer a partir de 1º de julho, eles estão formalizados por R$ 57,15 por mês, sendo R$ 51,15 para o INSS (11% do valor do salário mínimo); R$ 1 de ICMS, para o governo estadual; R$ 5 de ISS, para o município; e nada em impostos para o governo federal.

Segundo o ministro da Previdência Social, José Pimentel, o MEI vai permitir que os microempresários informais legalizem seu trabalho e, com isso, deixem de depender de agiotas para obter crédito em cooperativas ou mesmo em bancos.

Entre outras vantagens citadas por Pimentel para os trabalhadores e a população, estão a possibilidade de crescimento sem medo de ser pego pela Receita; acesso ao crédito; local certo para realizarem seus empreendimentos; e ganho de autoestima.

Benefícios
O acesso aos benefícios previdenciários é uma das principais vantagens do MEI, na opinião do ministro. Ele assinalou que, com o sistema, esses trabalhadores passam a estar automaticamente assegurados contra acidentes de trabalho e também serão imediatos os benefícios de pensão por morte e o auxílio reclusão.

Após 10 meses de contribuição, as trabalhadoras ganharão direito à licença-maternidade. Ao completar um ano de contribuição, os microempreendedores poderão obter auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. Após 180 meses contribuindo, se tornam elegíveis até para a aposentadoria por idade.

Para aderir ao MEI, os empreendedores devem ter tido receita bruta de no máximo R$ 36 mil no ano anterior; ser optantes do Supersimples Nacional; não possuir filiais; não serem sócios de outra empresa; e exercerem ocupação típica do Simples Nacional, como bombeiro hidráulico, eletricista, manicure, costureira.

Secretário do Emprego e Relações do Trabalho de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, apontou que só no estado há hoje 3,2 milhões de pessoas que podem aderir ao MEI. Afif lembrou ainda que o programa só terá pleno sucesso se estiver associado a uma melhora da concessão de microcrédito.

O deputado Virgílio Guimarães (PT-MG) louvou o avanço representado pelo programa, mas lembrou que, na medida em que a situação das empresas menores melhora, aumenta a distância entre elas e as médias e grandes empresas. Para ele, o País se vê diante do desafio do crescimento.

Esse desafio, disse, aterroriza os pequenos empreendedores. “O microempresário não pode crescer. Ele tem medo de crescer. Pois se isso acontece, os custos aumentam muito a partir de um determinado patamar e ele teme quebrar”, explicou.

Para o presidente da Confederação das Entidades de Micro e Pequenas Empresas (Comicro), José Tarcísio da Silva, que representou na audiência os trabalhadores, a principal vantagem do MEI não está na regulamentação das atividades com o fisco, mas sim na Previdência Social. “O que eles querem é a proteção do Estado, que hoje não têm”.

Fonte: Portal Classe Contábil.

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Para Entender os Novos Balanços

Por Ricardo Maciel*

Conhecer as diferenças e compreender os efeitos sobre as Demonstrações Contábeis das empresas em razão da nova legislação societária tornam-se elementos essenciais para a adequada avaliação pelos investidores da evolução de cada corporação. Diversas análises podem ser consideradas quanto aos potenciais efeitos decorrentes da adoção da Lei 11.638/2007 e das normas que a regulamentam (14 pronunciamentos já aprovados pelo CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis). Especialmente, levando-se em consideração que as mudanças promovem a convergência do padrão contábil brasileiro às Normas Internacionais de Contabilidade, ou IFRS - International Financial Reporting Standards.

Esses efeitos podem afetar significativamente os indicadores financeiros das empresas, assim como os acordos, contratos, empréstimos, bônus e participações pagas a empregados e executivos, que são efetuados tomando-se por base em tais indicadores. Os dividendos também podem sofrer variações, para cima ou para baixo, como resultado dos efeitos das novas normas contábeis sobre o lucro líquido das corporações, bem como em relação às avaliações baseadas no EBTIDA.

Dessa forma, é importante que os investidores façam análises detalhadas do Balanço Patrimonial, considerando tais efeitos sobre as contas mais relevantes. O aumento ou redução dos valores expressos nas contas patrimoniais decorrentes da adoção da Lei 11.638 e dos pronunciamentos técnicos (ou CPCs), assim como das normas em IFRS já referenciadas na convergência, podem ser demonstrados nas contas patrimoniais, somente para fins hipotéticos e de ilustração, conforme alguns exemplos:

• Imobilizado: arrendamento mercantil financeiro (aumento de ativo e passivo); juros capitalizados sobre ativos em construção (aumento de ativo e do resultado líquido pelo não lançamento em despesas); adoção do impairment, ou deterioração (redução do ativo e do resultado líquido);

• Intangíveis: ativos reclassificados do ativo diferido e ágio para os ativos intangíveis (aumento do ativo intangível e dedução do ativo diferido e investimentos); adoção do impairment ou deterioração (redução do ativo e do resultado líquido); amortização e baixa (diminuição do ativo e do resultado líquido);

• Contas a receber: ajuste a valor presente (redução do ativo e do resultado);

• Patrimônio líquido - reserva de capital (ajustes no resultado);

• Lucros acumulados: resultado acumulado dos ajustes (aumento ou redução);

• Empréstimos e financiamentos: decorrentes de arrendamentos capitalizados e reconhecidos a valor presente (aumento de ativo e passivo);

• Instrumentos financeiros: decorrentes de derivativos embutidos em contratos híbridos firmados e mensurados a valor justo, assim como instrumentos financeiros classificados de acordo com o CPC 14 (aumento de passivo e de resultado).

Como se vê, o processo de convergência das normas contábeis locais para IFRS proporciona uma nova forma de apresentação das Demonstrações Contábeis das empresas, sendo que diversas ponderações devem ser consideradas, sejam na forma de entendimentos das normas internacionais, ou até mesmo abrangendo as divulgações ao mercado financeiro.

Compreender as mudanças e, a partir delas, construir um real e adequado retrato da situação das empresas em análise é um desafio essencial para o sucesso dos investimentos em ações ou em eventuais participações nas corporações, levando em consideração, inclusive, os efeitos de todas as normas internacionais que serão adotadas no breve futuro próximo.

A expectativa é que as Demonstrações Contábeis das empresas de capital aberto e das instituições financeiras tenham convergido plenamente às normas em IFRS ao final de 2010. Também as grandes corporações de capital fechado, que faturam mais de R$ 300 milhões ao ano, devem ter seus registros contábeis de acordo com as novas regras naquele mesmo prazo.

Conhecer essa evolução, que deve trazer transparência e melhorar a inserção das empresas nacionais no mercado global, é de suma importância para os investidores. Portanto, é tempo de projetar os futuros índices de balanço tomando-se por base as mudanças que em breve serão adotadas no Brasil tendo como referência as normas em IFRS.

* Consultor Internacional do BDO Trevisan.

Fonte: Portal Razão Contábil.

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terça-feira, 26 de maio de 2009

Encontro Nacional de Estudantes de Ciências Contábeis em Campina Grande


A Universidade Estadual da Paraíba, a Executiva Paraibana dos Estudantes de Ciências Contábeis (EXEPECIC) e a Federação Nacional dos Estudantes de Ciências Contábeis (FENECIC) promovem, de 19 a 24 de julho, no Centro de Convenções do Garden Hotel, o 23º Encontro Nacional dos Estudantes de Ciências Contábeis (ENECIC).

Com o tema “Contabilidade e Tecnologia: mudanças e perspectivas na gestão da informação” o evento, que conta com a organização da Próxima Gestão de Eventos, foi concebido pelos estudantes paraibanos mediante a relevância da tecnologia da informação na Contabilidade.

“Com o avanço das novas tecnologias, nos deparamos com problemas cada vez mais complexos para o exercício da profissão contábil. Todas essas mudanças estão sendo impulsionadas pela informática. As empresas necessitam ,cada vez mais, de um bom sistema de informações contábeis para a aplicação de técnicas inteligentes na tomada de decisão”, explica o coordenador geral do evento e estudante de Ciências Contábeis da UEPB, Alexandre de Lima.

Segundo Alexandre, essa é a primeira vez que o ENECIC, um dos eventos mais importantes do país na área de Ciências Contábeis, é sediado em Campina Grande, e a segunda vez que é realizado na Paraíba. Ao todo serão seis dias de evento, entre palestras, grupos de trabalho, debates, apresentação de trabalhos científicos e programação cultural.

Dentre as atividades do ENECIC o destaque é o prêmio FENECIC que será concedido aos melhores artigos científicos, conforme regulamento disponível no site do evento. A premiação total será no valor de R$ 6 mil.

Os interessados em participar do ENECIC podem se inscrever pelo site www.enecic.org.br. De acordo com a organização do ENECIC, devem participar do evento cerca de 2 mil participantes de todo o país, entre estudantes e profissionais de Ciências Contábeis e áreas afins.

Outras informações: (83)8804-3007/8827-4540.

Fonte: UEPB.

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