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terça-feira, 2 de maio de 2023

Livro O Investidor em Ações de Dividendo é recomendado por Thiago Nigro

Thiago Nigro, o Primo Rico, recomendou nosso livro em seu mais novo curso sobre investimentos.



Para conhecer o livro: 



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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

E esse tal de "Impairment"?


Impairment é também a conhecido como baixa por Redução ao Valor Recuperável de Ativos. No Brasil, a norma contábil que orienta sua realização é o CPC 01.

Os US$ 3,2bi de impairment anunciados pela Vale (aqui) recentemente me fez lembrar do Oficio-Circular CVM 01/2018 (aqui). Naquela ocasião, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) manifestava preocupação com a elaboração das Demonstrações Financeiras das empresas, devido a "desvios identificados".

Impairment provém do CPC 01 que requer a redução do valor contábil dos ativos ao seu valor recuperável. Durante muito tempo, este foi um ponto sensível nas Demonstrações Financeiras das empresas, aparecendo com frequência como Principais Assuntos de Auditoria (PAA) no relatório de auditoria (em 32% dos casos).

A CVM tava incomodada com a possível "não baixa" dos valores não recuperáveis. No caso mais recente da Vale, o que ela fez, foi isso, baixou valores identificados como não recuperáveis em ativos de metais básicos e carvão. É uma perda de valor esperado, sem efeito caixa.

Valores de ativos como esses variam com as mudanças nas suas características, ou mesmo na expectativa de preço futuro no mercado. Até o câmbio pode afetar. E se o "vento" do dólar sopra em favor do resultado da Vale, por que oportunamente não seguir o Ofício da CVM? É isso!

Estes e outros comentários em @orleansmartins

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quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Amigo Secreto Blogs de Contabilidade 2018


E vamos para mais uma edição do amigos secreto mais legal da história da contabilidade brasileira!

Com sua primeira edição em 2013, alguns amigos que têm em comum o compartilhamento do conhecimento contábil por meio dos blogs se uniram para promover esse evento fenomenal. E tive a satisfação de já fazer parte daquela primeira edição.

Neste ano, o AMIGO SECRETO DOS BLOGS DE CONTABILIDADE mais uma vez promoveu muita emoção! Somos 11 participantes, de 9 diferentes blogs, listados a seguir. Acompanhem-os!

Alexandre Alcantara: Análise de Balanço
César Tibúrcio: Contabilidade Financeira
Claudia Cruz: Ideias Contábeis
Isabel Sales: Contabilidade Financeira
Felipe Pontes: Contabilidade e Métodos Quantitativos
Orleans Martins: Informação Contábil
Pedro Correia: Contabilidade Financeira
Polyana Silva: Histórias Contábeis
Roberto Sousa Lima: Panorama Público
Sandro Vieira Soares: Acervo Contábil
Vladmir Ferreira Almeida: Vladmir F Almeida

Após o sorteio, deu-se a ansiedade do envio e do recebimentos dos presentes, na busca por descobrir que eram os amigos secretos.

Eu fui o amigo secreto do Pedro (Contabilidade Financeira) pelo segundo ano seguido! Encaminhei seu presente direto à Brasília. A loja me fez o desfavor de não entregar o cartão-mensagem que enviei, o que aumentou o mistério! Só me revelei ao Pedro como seu amigo secreto em seguida, no grupo do Whatsapp. Espero que tenha gostado do presente!

Daí me restou aguardar ansiosamente o meu presente. Dicas e suspeitas surgiam a todo momento. Até que uma grande amiga falou no grupo que havia tirado "um pessoa que gostava de futebol, de uma cidade que ela gostava e havia estado há pouco, e com quem ela tinha conversado este ano, pessoalmente". Ali eu tive certeza, era eu! (pretensioso, hehe).

Hoje, de maneira mais surpreendente, uma amiga em comum me entrega um presente... e uma carta! Que estranho!

Eis que era o presente do meu amigo, digo, GRANDE AMIGA SECRETA! Oxe, Claudinha (Ideias Contábeis), pae, baiana porreta! E com uma cartinha muito meiga, entregue pela amiga Adriana Vasconcelos (coincidência, quase tivemos uma sociedade, nós três)! Adorei, obrigado minha amiga. Uma pessoa 1000% que, como dizem aqui pelo Nordeste, "oxe, gosto de graça!" E o presente?


Campeão por natureza! Quem tem mais tem 10!

Obrigado meus amigos! E que venha 2019!

Ótimo final de ano a todos, e um 2019 repleto de saúde, felicidade e realizações!!!

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sábado, 12 de agosto de 2017

Congresso ANPCONT 2018



Congresso ANPCONT 2018 vem à João Pessoa!

A ser realizado na capital paraibana, o XII Congresso ANPCONT ocorrerá entre os dias 09 e 12 de junho de 2018.

Local e programação ainda não foram definidos, mas em breve vocês terão mais informação.

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quinta-feira, 4 de maio de 2017

[Livro] Contabilidade Comportamental: Conceitos e Aplicações



Em primeira mão, tenho a satisfação de divulgar o livro Contabilidade Comportamental: Conceitos e Aplicações.

Esta obra é fruto da disciplina "Contabilidade Comportamental" do curso de doutorado em Ciências Contábeis do Programa Multinstitucional e Inter-Regional de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da UnB/UFPB/UFRN. 

Ao longo de alguns anos, o Prof. Dr. José Dionísio Gomes da Silva conduziu a realização de algumas pesquisas nesta área e, em 2016, resolveu convidar os seus ex-alunos a montarem este livro, que é um diferencial por ainda não existir no Brasil um livro específico nesta área.

Eu sou responsável pela elaboração do capítulo 5, que trata da "dependência da forma no comportamento do profissional contábil face à adoção dos novos padrões contábeis internacionais", em conjunto com a Diana Vaz de Lima e o professor Dionísio.

Convidamos todos a baixarem gratuitamente o livro (AQUI) e utilizarem eu seus estudos e carreira profissional.

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terça-feira, 2 de maio de 2017

Editor da Revista de Educação e Pesquisa em Contabilidade (REPeC)


Desde de 2016 que eu faço parte do Corpo Editorial da Revista de Educação e Pesquisa em Contabilidade (REPeC), revista mantida pela Academia Brasileira de Ciências Contábeis (ABRACICON). Naquele ano, na qualidade de Editor Adjunto, tive a oportunidade de trabalhar com o Prof. Dr. Valcemiro Nossa, editor geral da REPeC.

Em 2017, com o término do seu segundo mandato como Editor Geral, fui convidado a ocupar esta importante posição na REPeC. 

Este é um grande desafio profissional, tendo em vista a representatividade e relevância que a REPeC tem no âmbito da pesquisa em contabilidade no país. Desejem-me sorte!

Assim, convido-os a visitarem o site da REPeC, lerem seus artigos e curtirem sua página no Facebook.


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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Dependência da Forma do Profissional Contábil no Brasil



O "frame dependence" é um fenômeno conhecido como "dependência da forma", que tem sido estudada há algum tempo em finanças comportamentais. Na contabilidade brasileira não se verifica estudos que analisem este fenômeno. Com a recente convergência às normas internacionais de contabilidade (IFRS), os contadores no Brasil passaram a ter maior grau de julgamento sobre as operações da contabilidade e, consequentemente, estarem mais expostos à forma como as operações lhes são apresentadas, para posterior contabilização.

Nesse sentido, desenvolvi junto com a Profa. Dr. Diana Vaz de Lima (UnB) e o Prof. Dr. José Dionísio Gomes da Silva (UFRN) um estudo intitulado "Frame Dependence no comportamento do profissional contábil face à adoção dos novos padrões contábeis internacionais" que foi recentemente publicado pela revista Enfoque: Reflexão Contábil, em seu volune 34, número 2. Abaixo destaco o resumo e o link para o artigo completo.

Frame Dependence no comportamento do profissional contábil face à adoção dos novos padrões contábeis internacionais

Resumo
Este estudo teve o objetivo de analisar o comportamento do profissional contábil sob o ponto de vista da frame dependence, frente ao processo de adoção dos novos padrões contábeis internacionais. Com base na Teoria do Prospecto, que explica os vieses cognitivos e heurísticos do processo de tomada de decisão de acordo com a forma como um problema é apresentado, o que se convencionou chamar de frame dependence, foi analisado o processo de tomada de decisão de 489 profissionais contábeis registrados nos Conselhos Regionais de Contabilidade do Distrito Federal, da Paraíba e do Rio Grande do Norte, no período de 20 de maio a 06 de junho de 2011, no que se refere à convergência aos padrões internacionais de Contabilidade. Seus resultados indicam que não houve indícios de dependência da forma em três dos quatro princípios da frame dependence, que são a aversão à perda, a aversão ao arrependimento e a ilusão monetária. Por outro lado, os respondentes apresentaram dependência da forma em relação ao princípio da mental accounting. Ainda, como principais contribuições deste estudo, notou-se que os profissionais mais jovens são mais independentes, que os Técnicos em Contabilidade são mais dependentes que os Contadores e que o gênero não influenciou nessa relação de dependência.

Palavras-chave: Contabilidade Comportamental. Dependência da Forma. Contador.

Artigo completo: AQUI.

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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Novo Número da RECFin (v. 3, n. 2, 2015)


A RECFin acaba de publicar seu último número, o segundo de 2015. A seguir são listados os artigos desse número, e todos os artigos podem ser acessados aqui.

v. 3, n. 2 (2015)
Sumário
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Editorial (1-3)
Orleans Silva Martins
Seção Nacional
--------
Relação entre Níveis de Governança, Política de Dividendos, Endividamento e Valor das Empresas Brasileiras (4-26)
Vagner Antônio Marques, Rosilaine Francisca Campos Alves, Hudson Fernandes Amaral, Antônio Artur de Souza

Divulgação de Informações por meio da Internet: Serão as Redes Sociais Capazes de Reduzir a Assimetria Informacional entre Empresas e Investidores? (27-41)
Marcelo Paulo de Arruda, Raíssa Aglé Moura de Sousa, Luiz Felipe de Araújo Pontes Girão, Edilson Paulo

Um Estudo sobre a Governança Corporativa e o Nível de Atendimento aos Critérios de Evidenciação do Ajuste a Valor Presente em Empresas de Construção e Transporte (42-59)
Juliana Gonçalves de Araújo, Rodrigo Vicente dos Prazeres, João Gabriel Nascimento de Araújo, Umbelina Cravo Teixeira Lagioia, Mayke Douglas Xavier de Lima

Evidenciação das Informações Ambientais das Empresas do Setor de Energia Elétrica do Brasil (60-72)
José Ribamar Marques de Carvalho, Janayna Rodrigues de Morais Luz, Francineide Eleotério Pereira

Controladoria no Setor Público: Uma Comparação entre as Leis de Criação em Quatro dos Maiores Municípios de Rondônia e a Literatura (73-87)
Nelcilene dos Reis da Silva, Alexandre de Freitas Carneiro, Elder Gomes Ramos

Proposta de um Mapa Estratégico para uma Universidade Pública (88-103)
Vinicius Abilio Martins

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quinta-feira, 26 de março de 2015

Contabilidade para Médicos e Profissionais de Saúde


Hoje, no Brasil, há cerca de 400 mil médicos, segundo registros do Conselho Federal de Medicina – CFM. Nos últimos 42 anos, o total desses profissionais cresceu 557,7% enquanto que a população geral aumentou 101,8%. Como diz o Juramento de Hipócrates, feito nas cerimônias de formatura, “os deveres que o médico deve ter para com o professor e para com a profissão são: a integridade da vida, a assistência aos doentes e o desprezo pela sua própria pessoa”. Por isso, diferentemente de outras áreas, medicina é questão de vocação, já que o inquietante compromisso pela vida do paciente que, sem auxílio, pode encontrar a morte, não é para qualquer um.

Como se não bastasse os desafios do dia a dia, os médicos têm de estar acostumados a lidar com longas jornadas de trabalho, plantões de fim de semana, consultas e atualizações de prontuários. A esses desgastes, juntam-se as preocupações com o controle pessoal e financeiro, pagamento de impostos e muitas outras obrigações empresariais, contábeis e tributárias, sobretudo para quem tem seu próprio consultório.

Não é a toa que, devido ao emaranhado da legislação fiscal brasileira e da enorme carga tributária que recaem sobre um consultório médico, é recomendável que o profissional da saúde tome alguns cuidados, de preferência antes de abrir a empresa. Ele tem que ter em mente que para acompanhar as leis é fundamental investir em pessoas responsáveis para fazer o devido cálculo dos tributos. Não basta um curso rápido, pois a intensividade das mudanças nos decretos, normas e instruções normativas exige o acompanhamento periódico e diário dos impactos legislativos sobre esse serviço.

Na opinião do contador Leandro Markus, da MG Soluções Contábeis, na maioria das vezes, os médicos empreendedores não utilizam a Contabilidade de forma estratégica e sim de forma receptiva. “Por isso é importante à contratação de um profissional da Contabilidade para auxiliá-lo, tanto no que diz respeito à economia tributária quanto no controle da contabilidade geral, evitando dores de cabeça com o fisco”.

A mesma opinião divide o também contador Julio Mocarzel, da Mocarzel Assessoria Contábil, que garante: “As vantagens em se contratar um profissional da Contabilidade especializado na área médica são inúmeras, entre elas, destaque para a segurança nas informações fornecidas e o planejamento fiscal adequado. Além disso, por ser um especialista, é comum que o contador já tenha sólido conhecimento das obrigações que necessitam ser realizadas”.

Pessoa Física x Pessoa Jurídica

Mocarzel afirma que, por causa da alta carga tributária, muitos médicos o questionam se é melhor ser autônomo ou pessoa jurídica: “Esta é uma comparação é muito debatida, pois quando autônomo a carga tributária é bem maior do que como pessoa jurídica. Como autônomo, em média, a carga tributária é de 27,50% conforme tabela progressiva do Imposto de Renda - IR, além do INSS de 11%. Agora como empresa, em média, a carga tributária é de 13,33%”.

Sabendo da alta e complexa carga tributária para a área médica, o contador Luiz Henrique Zonato, da Múltipla Contabilidade para Área da Saúde, propõe algumas ponderações, destacando, primeiramente, que cada médico que tem o próprio consultório, tem duas “pessoas”: Pessoa Física e Pessoa Jurídica. “Portanto, todos os médicos que trabalham com convênios e particulares têm de elaborar o Livro Caixa com todas as despesas que o mesmo tem no consultório mensalmente para exercer a atividade profissional. Se o valor da receita for muito superior ao valor do Livro Caixa (despesas) deve-se ter uma Pessoa Jurídica”.

Diante deste fato, outra indagação muito comum é: há possibilidades de reduzir os custos dos médicos e clínicas médicas? Zonato garante que os custos poderão ser deduzidos na elaboração do Livro Caixa, como pessoa física. “Na Pessoa Jurídica, como a maioria das empresas da área da saúde são pelo regime de tributação do Lucro Presumido, não se pode deduzir nenhum valor para cálculo dos impostos”.

Regime

No segmento médico, qual regime tributário é mais vantajoso: Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido? No parecer de Zonato, para os profissionais da Saúde sempre foi mais vantajosa à tributação pelo Lucro Presumido. Ele menciona ainda que o governo abriu a oportunidade de adesão ao Simples Nacional, mas a alíquota inicial é muito maior do que se pago no momento, “já que tem início em 16% e vai até 22%, contra 11% que pode ser pago tendo Imposto sobre Serviços – ISS fixo, ou 16% com o ISS fixo normal em tributação variável. A única exceção é para os fisioterapeutas que ganharam a opção de começar na alíquota de 4%”, garante.

Para Markus e Mocarzel, escolher o regime tributário adequado despende muito da estrutura da empresa. Por isso, é importante contar com um profissional especializado, que ainda auxiliará o médico com as complexidades da legislação brasileira. 

Fonte: Revista Dedução.

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terça-feira, 29 de julho de 2014

Prestação de Contas Eleitorais Exige Obrigatoriedade da Participação do Profissional da Contabilidade


A exigência do profissional de contabilidade em todas as fases da prestação de contas eleitorais consta do art. 33, §4º da Resolução nº 23.406 das Eleições de 2014, publicada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 27 de fevereiro deste ano, em que diz: “O candidato e o profissional da contabilidade responsável deverão assinar a prestação de contas, sendo obrigatória a constituição de advogado”.

A importância desse trabalho realizado pela Contabilidade, prestando serviço à sociedade e à democracia brasileira, fez surgir um novo nicho de mercado para os profissionais da área: a Contabilidade Eleitoral. Essa Resolução do TSE representa um reconhecimento da Justiça Eleitoral ao imprescindível trabalho realizado por estes profissionais, uma vez que a correta prestação de contas dos candidatos é uma ferramenta de transparência e de lisura das campanhas eleitorais. 

Mas afinal o que muda com a Resolução nº 23.406, que dispõe sobre a arrecadação e os gastos de recursos por partidos políticos, candidatos e comitês financeiros, e ainda, sobre a prestação de contas nas Eleições 2014? O processo da transparência é a base de sustentabilidade desse tema. 

O contabilista vai precisar observar, em especial a questão da obrigatoriedade da prestação de contas parciais – a primeira delas deverá ser entregue no período de 28 de julho a 2 de agosto e a segunda do dia 28 de agosto a 2 de setembro – quanto a estrita observância da contabilização corrida. Ao contrário do que ocorria anteriormente, as parciais são fundamentais na análise das contas e se não forem apresentadas ao tempo e forma adequada, podem prejudicar a análise e mesmo o julgamento do mérito do prestador, seja ele o candidato ou o partido. Cabe à Justiça Eleitoral analisar as contas sob o ponto de vista técnico e as julgar, podendo aprová-las, aprová-las com ressalvas, desaprová-las ou julgá-las não prestadas. A prestação de contas não apresentada pode fazer com que o candidato eleito não seja diplomado e fique negativado junto a Justiça Eleitoral, portanto não assume o mandato.

Por essa razão, devemos enxergar esse momento em que ocorre a campanha como preventivo, que é melhor do que ser corretivo. Não viemos aqui apenas para trazer esta palavra aos profissionais da Contabilidade e do Direito que fazem o trabalho em conjunto, mas sobretudo aos cidadãos. A maior responsabilidade é o controle social, é a cobrança por parte da sociedade. Esta incitação é para que possamos fazer desta festa política uma real festa democrática.

O prazo para a prestação de contas dos candidatos e partidos que forem eleitos no primeiro turno é de 4 de novembro, os que seguirem para o segundo turno, o prazo é estendido até o dia 25 do mesmo mês.

O art. 2º da Lei de Prestação de Contas Eleitorais determina que a arrecadação pode partir do candidato, do partido político e do Comitê Financeiro. Já o art. 4º relata a respeito do limite de gastos, que para haver uma alteração, é possível, desde que autorizada, mediante solicitação justificada do candidato, com base na ocorrência de gastos supervenientes com impacto sobre o financiamento de campanha. É o partido político que estabelece o limite de gastos, conforme estabelecido nas atas registradas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Vale lembrar que não será admitida alteração após a realização do pleito, salvo diante do segundo turno. Toda e qualquer arrecadação de recursos para a campanha eleitoral, só poderá ser efetivada se emitido o recibo eleitoral. 

A abertura da conta bancária é obrigatória. No caso dos vices e suplentes, eles têm a opção de abrir ou não uma conta bancária. Já os diretórios municipais foram excluídos dessa obrigatoriedade. A conta bancária aberta para uma campanha eleitoral serve como registro integral da movimentação financeira.

A espécies de recursos de uma prestação de contas podem ser financeiras ou estimáveis em dinheiro. Já a origem dos recursos pode ser própria, recursos de terceiros, como pessoas físicas e jurídicas, e espécies de doações financeiras. Uma das novidades deste ano é que os recursos próprios devem se limitar a 50% do patrimônio informado à Receita Federal referente a 2013.

Em linhas gerais, é um retrato sucinto da prestação de contas, instrumento importante usado pela Justiça Eleitoral para aferir a lisura das arrecadações e gastos de campanha, num trabalho incessante para que as eleições possam refletir verdadeiramente a vontade popular e ocorra dentro dos salutares parâmetros da legalidade, publicidade e transparência.

O contabilista é parte integrante deste processo de prestação de contas eleitorais, juntamente com o advogado e o candidato. Mais uma vez este profissional está a serviço da sociedade, trazendo seus conhecimentos para que cada vez mais as leis sejam respeitadas e de fato tenhamos um pleito limpo, justo e democrático.

Fonte: DM.com.br.

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

APP para Celular e Tablet Ensina Contabilidade (CPC) e Inglês Técnico


Hoje recebi um convite interessante para usar um aplicativo destinado a celulares e tablet's que contém o conteúdo dos CPC's e algumas informações de inglês técnico, impostos entre outras. Também há uma seção com os US GAAP, que são as normas geralmente aceitas nos Estados Unidos.

Trata-se do APP CONTROLLER, disponível na Google Play, e que pode ser baixado gratuitamente.

Inicialmente gratuito, fiquei com a impressão de que pode vir a ser cobrado em um futuro (talvez não muito próximo). Todavia, fiz alguns testes e achei muito educativo, sem ser enfadonho. 

Os conteúdos dos CPC's são tratados por tema, em forma de perguntas com 3 alternativas de respostas. O interessante é que, na resposta, o APP informa se você errou ou acertou, trazendo a definição (ou resposta) correta, com uma explicação adicional.

O PP pode ser baixado gratuitamente na Google Play Store. Segue o link:


Baixem e aprendam Contabilidade em forma de Quiz!

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

O Amigo Secreto!


Há algum tempo iniciamos uma saudável e inovadora brincadeira entre os principais Blogs de Contabilidade do país. Sob a batuta da querida Isabel Sales, do Blog Contabilidade Financeira, conseguimos congregar os responsáveis por esses Blogs ao longo do Brasil.

Hoje tive a grata surpresa de receber o meu presente! Alegremente fui contactado pelo porteiro do meu condomínio para me informar que havia um "pacote" para mim na portaria. Na correria do dia-a-dia, confesso que nem lembrei no momento do que se tratava. "Ora, entrega para mim? Não comprei nada!" 

Na curiosidade e ânsia, dentro do elevador, ao resgar a embalagem, lembrei do nosso Amigo Secreto. "Será?!" Eis que era ele mesmo! E o adesivo com seu nome estava tão discreto que não percebi à primeira vista. Ele é o professor ALEXANDRE ALCÂNTARA!

Gostei muito do meu presente! Assíduo acompanhante da série "The Walking Dead", que teve sua 4ª temporada interrompida no final de novembro para retornar só em fevereiro de 2014, prevejo que meu janeiro será bem interessante! 

Muito obrigado Alexandre! E muito obrigado aos colegas que participaram dessa saudável brincadeira.

E lembro que ainda teremos cenas deste seriado! Meu presente ainda vaga pelos caminhos da entrega!

Orleans Martins

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Contabilidade Gerencial


Existem duas contabilidades: geral e gerencial. A contabilidade geral é principalmente destinada para públicos externos das entidades. A mesma segue as normas técnicas emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis- CPC. Todas as entidades reportando para públicos externos precisam obedecer as normas de registro e de divulgação ditadas nas normas do CPCs com o respaldo do Conselho Federal de Contabilidade e da lei federal em vigor.

A contabilidade gerencial que muitos confundem incorretamente com contabilidade de custos (um modulo da contabilidade geral e da gerencial), assume conhecimentos amplos de negócios, economia, matemática, estatística, capacidade de comunicações segmentadas para públicos alvos, etc. É uma atividade estratégica que estimula criatividade e inovação para trazer luz e fundamentos para os empresários nas tomadas de decisões.

Com o advento da Lei 11.637/ 2007 que sancionou a adoção obrigatória das normas internacionais de contabilidade em todas as entidades no Brasil, privadas e públicas, a maioria dos profissionais no Brasil passou a concentrar tempo e esforço para absorver e implantar as novas normas. Os avanços têm sido notáveis, e elogiados no mundo inteiro. Estamos na vanguarda mundial em termos qualitativos na prestação de contas para públicos externos.

Agora, passado seis anos é necessário resgatar a importância da contabilidade gerencial nas empresas. As Faculdades e cursos de graduação voltados para negócios precisam valorizar contabilidade gerencial. Temos carência de profissionais e de conhecimentos nesta área. As grades de ensino das entidades mais qualificadas deveriam dar prioridade para esta demanda. As que saírem na frente vão ter vantagens competitivas.

Em todos os países desenvolvidos e em desenvolvimento com ambições de crescimento sustentado os profissionais interessados estão aumentando a procura pela certificação de reconhecimento global CMA-Certified Management Accountant que difunde e monitora as técnicas de informes inteligentes e estratégicos para os públicos internos das entidades.

Uma das prioridades da contabilidade gerencial é prestação de contas prospectivas. Aqui no Brasil prestar contas do que vem pela frente é raro. É tabu. A realidade é que os administradores de empresas precisam se preocupar mais com o que vem pela frente. É o nosso futuro. Prestação de contas do que já aconteceu é commodity - vale pouco, quando comparado ao valor de previsões confiáveis do que vem pela frente.

A maioria dos empresários está colocando no sentido figurado nas suas empresas os faróis de iluminação nos fundos, e as lanterninhas de ré na frente. Tem relatórios retrospectivos para públicos internos e externos, e nada em termos prospectivos para públicos internos. Quando escurece ou há tempestades, a única opção para os mesmos é dirigir devagar. Nestas oportunidades, quem enxerga o que vem pela frente de forma melhor e com menos expectativas de surpresas tem um diferencial competitivo significativo e decisivo.
Em decorrência de quatro gerações com inflação elevada, até 1994, prestação de contas perdeu importância. Prestação de contas via contabilidade gerencial significa tomar um pouco das "rédeas" na tomada de decisão, compreendendo o negócio e apontando escolhas que promovam o crescimento e o retorno às partes interessadas, principalmente proprietários. Estamos esperando o que para acontecer? 

Fonte: DCI – SP.

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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O País da "Inteligência Fiscal"


“A contabilidade tem passado por um processo gradual de valorização perante a sociedade, portanto, está vivendo um momento de expansão.” Esse é o principal pensamento do presidente do Sescon-SP, Sérgio Approbato Machado Júnior, principal entidade que representa as empresas de serviços contábeis do Estado de São Paulo.

O Brasil é um dos países que possuem uma das inteligências fiscais mais avançadas do mundo, e a contabilidade tem sido percebida como uma prestação de serviço de grande valor agregado, como um grande instrumento de gestão que permite a radiografia fiel do negócio, possibilitando análises e projeções que viabilizam a gestão empresarial e a tomada de decisão certa. “O empreendedor brasileiro tem percebido como a ciência contábil é vital para qualidade e consistência dos dados corporativos, essencial tanto para a prestação de contas aos fiscos, como para a competitividade”, diz Sérgio Approbato.

Este cenário tem dado uma nova dinâmica ao setor contábil, que também tem sido fortemente impactado pela necessidade de adaptação das empresas brasileiras às normas internacionais de contabilidade, inclusive às micro e pequenas empresas, um grande desafio e também um novo leque de oportunidades para os empresários e profissionais do segmento contábil.  

Segundo Sérgio Approbato, o setor vive em sua fase positiva. “Para as boas empresas e os bons profissionais que estão enfrentando os inúmeros desafios tecnológicos, legislativos, econômicas e fiscais, não há hoje desemprego. Estamos vivendo o chamado ‘pleno emprego’. A profissão contábil é uma das cinco mais demandadas no mundo e o leque de áreas para atuação também é diversificado, como em perícia, auditoria, consultoria, gestão empresarial, gestão pública, ensino, entre outras,” enfatiza.

A frente da entidade desde janeiro de 2013, Approbato diz que quando assumiu a entidade, seu principal objetivo era trabalhar com o intuito de dar  suporte para o desenvolvimento das empresas de serviços contábeis do Estado de São Paulo, buscando melhorias no ambiente empreendedor.

“A educação vem sendo uma de nossas prioridades, pois hoje o empresário e profissional da contabilidade deve ser plural, ter conhecimentos diversos e, principalmente, ter consciência de que o aprimoramento e a atualização devem ser constantes. Eles estão no centro das grandes mudanças legislativas, tributárias e tecnológicas, e suas responsabilidades têm crescido gradualmente. Com a Universidade Corporativa do Sescon-SP [Unisescon] temos idealizado cursos, palestras e seminários, visando prepará-los para os constantes desafios impostos nesta nova ordem econômica”, diz.  O executivo faz também um balanço em que a entidade  já avançou em relação à missão de dar suporte na gestão, pois acredita que a contabilidade e a tecnologia da informação estão intrinsecamente ligadas e que são indissolúveis uma da outra. “Para isso, lançamos o Portal Sescontech, que permite ao nosso associado optar pelas melhores soluções disponíveis e adequadas ao seu negócio. Uma grande ferramenta de auxílio às empresas de contabilidade. Também temos estreitado relacionamentos e aberto canais de diálogos com a Fenacon, nossa federação nacional, com outras entidades do empreendedorismo e com esferas de governo, visando melhorias tanto para a nossa classe como para o segmento produtivo brasileiro”, completa.

Segundo um estudo do IBGE, a Região Sudeste do País possui mais de 3 milhões de empresas e o Estado de São Paulo concentra a maioria do profissionais de contabilidade da região. As empresas do estado ainda têm um grande avanço a ser feito, que é a adaptação as novas normas internacionais de contabilidade. “A falta de informação, de poder aquisitivo e de suporte adequado está dificultando a adaptação pelas MPEs  no País, muitas ainda nem sabem dessa mudança.

Para se ter ideia da problemática, muitas delas nem processam a escrituração contábil, fator que precisa e deve mudar em breve, diante deste panorama”, diz. Segundo Approbato, o novo padrão requer uma aproximação e maior integração entre o empreendedor ou o administrador e a sua assessoria contábil.

“Esta adaptação é mais um desafio e também oportunidade para o empresário e o profissional da contabilidade, pois é mais uma situação em que ele pode mostrar a importância do seu papel para o desenvolvimento das empresas. Falar a contabilidade universalmente e ter um entendimento único dos balanços e relatórios contábeis/financeiros internacionais é um grande item de valorização da categoria. Mas, para isso, é preciso preparo, capacitação, educação continuada e o Sescon-SP tem buscado auxiliá-los nesta questão, com boas opções de aprimoramento”, finaliza. 

Fonte: DCI.

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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

CFC Critica Regra que Obriga a Fazer 2 Balanços


O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) considera um “retrocesso” a decisão da Receita Federal de obrigar as empresas brasileiras a ter duas contabilidades completas paralelas, uma societária e outra fiscal.

O posicionamento consta de comunicado assinado pelo presidente da entidade, Juarez Domingos Carneiro, divulgado há pouco.

A necessidade de se fazer, a partir de 2014, a Escrituração Contábil Fiscal, que será o novo balanço, de acordo com as regras contábeis vigentes até 2007, consta da Instrução Normativa 1.397 da Receita, publicada ontem no Diário Oficial da União.

No comunicado de hoje, o presidente do CFC pede a reabertura do diálogo com a Receita “para completo reestudo do conteúdo da Instrução Normativa, principalmente quanto às obrigações acessórias desnecessariamente adicionadas”.

Ao Valor, Carneiro chamou atenção para a surpresa com a publicação da IN, já que nos últimos anos tem havido um diálogo das empresas e dos contadores com a Receita, principalmente no âmbito do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), em que o órgão governamental participa como ouvinte.

Para o CFC, a necessidade de se entregar um balanço completo adicional cria um enorme ônus para as empresas, sem que haja benefícios em troca.

O órgão regulador da profissão de contabilidade também faz um alerta sobre a crescente “insegurança jurídica” caso o Fisco queira aplicar retroativamente (de 2008 a 2013) o entendimento explicitado na IN 1.379 sobre distribuição isenta de dividendos e sobre o pagamento de juros sobre capital próprio.

No documento, o Fisco deixa claro que só será isenta a distribuição de dividendos feita com base no “lucro fiscal”, apurado conforme legislação vigente até 2007, e não o lucro apurado no IFRS, como muitos entenderam que seria e alguns vinham distribuindo desde 2008.

A Receita Federal também diz que a dedutibilidade dos juros sobre capital próprio será calculada pela incidência da Taxa de Juros de Longo Prazo sobre o “patrimônio líquido fiscal”, e não sobre o patrimônio contábil ajustado pela conta de ajustes de avaliação patrimonial, como prevê a Lei 11.941, que instituiu o Regime Tributário de Transição (RTT).

Fonte: Valor online.

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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Mudança Contábil Ameniza Danos Cambiais Sobre os Balanços


Gigantes como Petrobras e Braskem puxaram a fila de empresas brasileiras que estão adotando uma nova forma de contabilidade para amenizar a volatilidade de seus resultados devido ao efeito da variação cambial sobre dívidas em moeda estrangeira.

A Petrobras e a Braskem adotaram a chamada "contabilidade de hedge" (ou hedge accounting, em inglês) nos resultados do segundo trimestre. Na esteira, a Vale e a produtora agrícola Vanguarda Agro já anunciaram que vão fazer o mesmo.

O sistema tem como objetivo usar as exportações como proteção contra a variação da dívida em moeda estrangeira, já que a alta em uma linha compensa a queda da outra.

Para isso, o efeito da variação cambial sobre a dívida em moeda estrangeira não é totalmente contabilizada no resultado financeiro da companhia, mas no patrimônio líquido.

Apenas uma parcela da variação da dívida é transferida para o resultado, mas este montante corresponde ao valor que pode ser compensado pelas exportações faturadas naquele período.

"Este impacto é reconhecido de forma escalonada, conforme for compensado pela receita", explica o professor de finanças do Insper, Michael Viriato.

Desta forma, o câmbio não derruba o lucro em tempos de apreciação do dólar, e tampouco favorece os resultados em época de depreciação da moeda norte-americana.

Segundo o professor Fernando Caio Galdi, da Fipecafi, esse recurso reflete de forma mais realista a realidade econômica destas companhias.

"O hedge accounting faz com que a compensação entre passivo e ativo seja refletida de maneira mais adequada na demonstração financeira", disse. Ele acredita que outras exportadoras devem seguir o mesmo caminho, pois contam com uma proteção natural das exportações.

A contabilidade de hedge pode ser usada no Brasil desde 2009, quando foi aprovado o pronunciamento contábil 38 (CPC 38). Até então, apenas instituições financeiras podiam usar este instrumento. Segundo Galdi, o processo para adotar a metodologia é complexo, pois a empresa deve comprovar que o hedge é seguro. "O processo é bastante detalhado e complexo", afirmou.

A Braskem foi a primeira a colher os frutos desta estratégia. A petroquímica teve lucro líquido de US$ 99 milhões no primeiro semestre. Caso tivesse mantido a prática contábil anterior, o resultado registrado seria um prejuízo de R$ 855 milhões, segundo a companhia.

No segundo trimestre, a petroquímica teve prejuízo de R$ 128 milhões, que poderia ter sido muito maior (de R$ 1,08 bilhão) não fosse o novo padrão contábil.

O mesmo efeito deve ocorrer com a Petrobras, que divulga os resultados nesta sexta-feira (09/08). Procuradas pela reportagem, Braskem, Petrobras e Vanguarda não comentaram o assunto.

Para a analista do Banco do Brasil Investimento Carolina Flesch, com a novidade contábil o resultado da petroleira terá maior coerência com o resultado operacional. "Dessa forma, a Petrobras antecipa também os dividendos sobre as receitas a serem obtidas com as exportações futuras", disse em relatório.

A decisão foi bem recebida pelos analistas de mercado porque beneficia a distribuição de dividendos no curto prazo e reduz as oscilações dos resultados. "A volatilidade do lucro líquido deve ser significativamente reduzida sob a nova política", disseram em relatório os analistas do Bank of America Merrill Lynch quando a Braskem anunciou a medida.

Especialistas em contabilidade, no entanto, questionam se o investidor pessoa física, e até mesmo alguns institucionais, conseguirão avaliar a mudança. Outro problema pode ser a quebra de uniformidade das demonstrações financeiras ao longo do tempo.

"Ficará mais difícil comparar com o resultado do ano passado, por exemplo", diz o professor de contabilidade da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), Eduardo Flores. Segundo ele, será necessário que as notas explicativas sejam mais detalhadas, afim de que as mudanças sejam avaliadas com precisão pelo investidores.

A Vale deve ser a próxima grande exportadora a adotar a contabilidade de hedge. A companhia disse em teleconferência na quinta-feira que a mudança deve ocorrer em 2014.

No segundo trimestre, o lucro líquido da companhia despencou para R$ 832 milhões, ante R$ 5,32 bilhões no mesmo período de 2012, refletindo perdas contábeis por conta do efeito da valorização do dólar na sua dívida.

Outra que pretende adotar a contabilidade de hedge é a produtora agrícola Vanguarda Agro. Em julho, a companhia disse que começaria a adotar a prática em 1º de agosto.

Fonte: Brasil Econômico.

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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Grandes de Capital Fechado Terão de Contratar Auditor


As sociedades de grande porte instaladas no Brasil, de capital aberto ou fechado, terão que informar à Receita Federal, a partir de 2014, qual é a auditoria responsável pela checagem dos números de seus balanços.

Segundo o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), responsável pelo pleito que tornará essa informação obrigatória, a exigência tem potencial para dobrar o número de empresas auditadas no país.

Companhias com faturamento bruto anual acima de R$ 300 milhões ou ativos totais superiores a R$ 240 milhões, consideradas sociedades de grande porte pela legislação, já são obrigadas a ter as demonstrações financeiras auditadas desde 2008, conforme previsto na Lei 11.638, de 2007, a mesma que permitiu a introdução oficial do padrão contábil internacional IFRS no Brasil.

Contudo, como a lei não é clara sobre a necessidade de essas grandes empresas publicarem os balanços, não havia até agora como saber se esse dispositivo legal estava sendo cumprido.

O Ibracon estima que haja cerca de 2 mil empresas brasileiras que se enquadram nos critérios estabelecidos pela lei, mas que não têm seus balanços auditados. "Isso inclui tanto as que desconhecem a lei, quanto aquelas que, se conhecem, não dão muita bola", disse ao Valor Eduardo Pocetti, presidente do Ibracon, que lembra ainda que os valores previstos na lei são fixos, e que muitas companhias cresceram nesses últimos cinco anos.

"No nosso trabalho é comum encontrarmos empresas que faturam mais de R$ 300 milhões, que não são auditadas, e nunca ouviram falar de CPC, IFRS etc."

Segundo ele, esse número de 2 mil companhias significa um potencial para dobrar o mercado de auditoria em quantidade de clientes, embora não em faturamento.

Considerando que o serviço de auditoria representa de 40% a 50% da receita divulgada pelas grandes firmas do setor, é possível estimar que esse mercado hoje gire entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões por ano no Brasil.

Antes da Lei 11.638, a auditoria só era obrigatória para sociedades anônimas registradas como companhias abertas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e para empresas reguladas, como instituições financeiras e seguradoras, embora haja também clientes voluntários, além das subsidiárias locais de multinacionais.

Segundo o Ibracon, a informação sobre o nome do auditor terá que ser divulgada no módulo de Escrituração Contábil Digital do Sped - que é uma espécie de prestação de contas anual que as empresas entregam eletronicamente à Receita Federal.

A inclusão do campo obrigatório no Sped será feita na declaração de 2014, referente ao exercício de 2013. Isso significa que as empresas que não tiverem auditor terão que correr para se adaptar.

Ainda conforme a Lei 11.638, o trabalho de auditoria dos balanços das grandes empresas deve ser efeito obrigatoriamente por profissionais registrados na CVM, o que deve evitar que as companhias usem auditores de "fachada" para cumprir a nova exigência.

De acordo com Pocetti, o pedido da divulgação dessa informação no Sped foi feito pelo Ibracon à Receita Federal há um ano. E, na semana passada, o instituto recebeu um ofício do Ministério da Fazenda informando sobre a decisão. "Mostramos para a Receita que era melhor ter mais empresas auditadas, mais formalizadas."

Fonte: Valor Econômico.

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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

'Geografia Contábil' Sob os Holofotes


A temporada de balanços do segundo trimestre trouxe para o holofote temas contábeis extremamente áridos como "geografia contábil" e o uso do "valor justo" para mensurar ativos e passivos.

Do dia para noite, assuntos complexos como contabilidade de hedge, impacto "não caixa" da variação cambial sobre a dívida e o registro da marcação a mercado de títulos públicos na conta de resultado ou diretamente no patrimônio líquido ganharam as mesas de botequim.

Não é para tanto. Mas não há como negar que nos relatórios de analistas de corretoras e na imprensa especializada esses temas tiveram um destaque que fugiu ao padrão nas últimas semanas.

A grande razão para essas discussões virem à tona neste momento foi que no segundo trimestre houve mudança relevante nos preços dos instrumentos financeiros. O dólar saltou 10% e as taxas de juros subiram bastante tanto no Brasil como no exterior, seja pela sinalização do Banco Central de que vai continuar elevar a Selic, ou por causa da expectativa de mudança no rumo da política monetária dos Estados Unidos.

O impacto da variação do dólar provocou um aumento - em reais - da dívida em moeda estrangeira das empresas. E teria como contrapartida natural uma despesa na conta de lucros e perdas das companhias.

Embora isso tenha ocorrido para muitas empresas, e provocado as despesas "não caixa" no resultado, não foi assim com Petrobras e Braskem, que decidiram adotar a contabilidade de hedge para evitar esse impacto. Dessa forma, o efeito do câmbio na dívida foi registrado diretamente no patrimônio, sem reduzir o lucro das companhias no trimestre.

Se a "geografia contábil" não tivesse relevância, não haveria diferença entre se registrar o efeito no resultado ou no PL, já que o impacto final é igual.

Mas a gritaria que surgiu com a mudança, motivando inclusive uma análise do caso pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), é uma evidência de que o "lugar" onde as informações são divulgadas no balanço tem importância.

Segundo um dos contadores mais respeitados do país, o professor Eliseu Martins, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, a contabilidade de hedge permite uma "representação melhor da situação econômica" das empresas.

"Se o passivo aumentou, eu reconheço a perda de patrimônio, mas não registro a pancada no resultado porque vou contrapor isso aos ganhos com exportação no futuro", resume o professor, que lembra que as exigências para se aferir a eficácia desse hedge ao longo do tempo são severas.

Como oscilações bruscas no câmbio não são novidade no Brasil, o que aparentemente aconteceu é que as empresas preferiram enfrentar o trabalho de ter que provar aos auditores que seus hedges funcionam do que ter que passar horas tentando convencer investidores e o público que a despesa "não caixa" que corroeu o lucro não terá efeito nenhum - quando na maior parte dos casos a distribuição de dividendos é sim afetada pelo sobe e desce cambial.

Já outra discussão sobre a geografia contábil tem a ver com categoria "disponível para venda", que permite que a variação de preço dos instrumentos financeiros seja registrada no patrimônio líquido, e não no resultado.

Se não houvesse essa possibilidade - e assumindo tudo mais constante -, o Bradesco teria registrado prejuízo no segundo trimestre, já que a perda registrada no patrimônio por causa desses títulos foi de R$ 5,3 bilhões e o lucro apurado no período somou R$ 3 bilhões. Da mesma forma, o Itaú teria lucro R$ 1,2 bilhões menor e o Bando do Brasil, R$ 685 milhões.

"Essa categoria disponível para venda nunca me convenceu muito. Tanto que está para morrer dentro do IFRS", diz Martins.

Para ele, se houvesse o entendimento de que ganhos e perdas não realizados não deveriam transitar pelo resultado, como já ocorreu no passado, isso funcionaria melhor se a regra valesse para todo o conjunto de ativos. "O problema é a classificação ficar ao arbítrio da instituição."

Para minimizar esse problema de geografia, o professor defende que os lançamentos tratados como "outros resultados abrangentes" apareçam logo abaixo da demonstração de resultados, e não numa peça separada do balanço.

Por fim, a última pergunta que surge dessa safra de balanços é: se os ativos financeiros mudaram tão bruscamente de preço no trimestre, por que não houve mudança perceptível no valor dos ativos não financeiros, mesmo naqueles registrados pelo chamado valor justo, como os ativos biológicos e os prédios de empresas que vivem de renda de aluguel e de administradoras de shoppings?

De acordo com Luiz Paulo Silveira, sócio da Apsis, consultoria especializada em avaliação de ativos, ao se calcular o efeito da recente alta da Selic sobre os modelos de avaliação de valor justo do setor imobiliário, por exemplo, haveria uma alta de 13% na taxa de desconto, o que, a princípio, provocaria uma redução no valor dos bens. Ele diz, contudo, que, como os modelos de avaliação de ativos não financeiros dependem de inúmeras outras informações e premissas, além da taxa de juros brasileira, "a sensibilidade do valor final é bem menor".

O especialista lembra ainda que os demais ativos não financeiros - que não os biológicos e nem as propriedades para investimento - só precisam ser reavaliados em fusões e aquisições ou quando há evidências de perda do valor recuperável. "E apenas variações relevantes no desempenho da companhia ou na conjuntura econômica deflagrariam a necessidade de ajuste, o que não parece o caso."

Fonte: Valor Econômico.

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Revista Evidenciação Contábil & Finanças


Nasce a Revista Evidenciação Contábil & Finanças!

A RECFin foi idealizada com o objetivo de contribuir com a construção e a atualização do conhecimento nas áreas de Contabilidade, Atuária e Finanças por meio da publicação de trabalhos que fomentem o debate científico em torno de temas de interesse dessas áreas. 

A RECFin é uma publicação eletrônica do Departamento de Finanças e Contabilidade (DFC) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em parceria com o parceria com o Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis (PPGCC) desta instituição, dirigida a professores, pesquisadores, alunos de graduação ou pós-graduação e profissionais de Contabilidade, Atuária e áreas afins. Suas publicações buscam apresentar conteúdo original e relevante, podendo ter sido apresentado em eventos científicos, desde que não tenham sido publicados por outro periódico. 

Criada com o compromisso de apresentar padrões de qualidade e de rigor característicos de férteis áreas de conhecimento, como a Contabilidade, a Atuária e a própria Finanças, não esquecendo dos preceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), a RECFin apresenta em seu número inaugural oito importantes contribuições à literatura adjacente, dentro de suas quatro linhas editoriais, dando início ao cumprimento de seu objetivo, que é um grande desafio.

Visite a página da RECFin e acesse seus artigos no seguinte link:

v. 1, n. 1 (2013)
Sumário

Editorial
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EDITORIAL (1-3)
Orleans Silva Martins

Seção Nacional
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ARTIGOS PUBLICADOS EM PERIÓDICOS INTERNACIONAIS SOBRE CORE INFLATION NO PERÍODO DE 2000 A 2010 (4-19)
Ilse Maria Beuren, Cosmo Rogério de Oliveira

COMPARAÇÃO DE DESEMPENHOS DE CARTEIRAS OTIMIZADAS PELO MODELO DE MARKOWITZ E A CARTEIRA DE AÇÕES DO IBOVESPA (20-37)
Sandro Marques, Wesley Vieira da Silva, Jansen Maia Del Corso, Luciano Luiz Dalazen

DETERMINANTES E CONSEQUÊNCIAS DO FECHAMENTO DE CAPITAL NAS PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE RESULTADOS (38-57)
João Antônio Salvador de Souza, Wando Belffi Costa, José Elias Feres de Almeida, Patricia Maria Bortolon

DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL E CUMPRIMENTO DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL: UMA ANÁLISE DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS UTILIZANDO DADOS EM PAINEL (58-70)
Paulo Francisco Barbosa de Sousa, Alexandre Oliveira Lima, Cícero Philip Soares do Nascimento, Maria da Glória Arrais Peter, Marcus Vinícius Veras Machado, Amanda de Oliveira Gomes

A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE ENSINO E APRENDIZAGEM EM CONTABILIDADE: UM OLHAR SOBRE OS CONGRESSOS USP E ANPCONT NO PERÍODO DE 2007 A 2011 (71-84)
Morjane Armstrong Santos, Elaine Gonçalves Pires, Magno Oliveira Macambira, Adriano Leal Bruni

UMA ANÁLISE CRÍTICA ENTRE OS CURRÍCULOS DOS  CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS NOS PAÍSES DO MERCOSUL  E O PROPOSTO PELA ONU/UNCTAD/ISAR (85-98)
Giovanna Tonetto Segantini, Clayton Levy Lima de Melo, Edzana Roberta Ferreira da Cunha Vieira Lucena, José Dionísio Gomes da Silva

A UTILIZAÇÃO DE MODELOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO SOB A PERSPECTIVA DO GECON E DO BALANCED SCORECARD: ESTUDO DE CASO EM UMA CENTRAL DE COOPERATIVAS DE CRÉDITO (99-117)
Vinícius Gomes Martins, Luiz Felipe de Araújo Pontes Girão, Augusto Cézar da Cunha Sila e Filho, Aneide Oliveira Araújo

Seção Internacional
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O GOODWILL NA AVALIAÇÃO DE EMPRESAS: UM ESTUDO SOBRE A REALIZAÇÃO DE TESTES DE IMPARIDADES E AS ALTERAÇÕES CONTABILÍSTICAS NO ÂMBITO DAS CONCENTRAÇÕES DE ATIVIDADES EMPRESARIAIS (118-130)
Thiago de Sousa Barros, Ana Maria Gomes Rodrigues

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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Ano da Contabilidade Busca Conscientização


Trata-se do projeto 2013: Ano da Contabilidade no Brasil. 

Objetivo é informar sobre os serviços prestados pelos profissionais do setor e conscientizar sobre a sua importância para o desenvolvimento socioeconômico do país.

A grande missão da contabilidade, desde o seu grande difusor, o frei Luca Bartolomeo de Pacioli, que registrou o sistema das partidas dobradas pela primeira vez em livro, é estabelecer a figura da responsabilidade no trato da coisa pública e privada.

Este elementar princípio, que ele descreveu em 1494, basicamente instituiu uma nova ordem econômica, que indicava ser impossível que uma pessoa pudesse aplicar um recurso sem ter a sua origem definida e calculada.

Quando não se respeitam tais pressupostos, tende-se a montar orçamentos que não fecham, contas que não batem e empresas e países que quebram.

No Brasil, a contabilidade floresce e se posiciona como atividade cada vez mais relevante.

Trata-se de fator decisivo para atribuir credibilidade aos setores público e privado, criando base importante de sustentação para nosso crescimento econômico.

Por isso, é fundamental a formação de novos contadores altamente capacitados no plano técnico e conscientes de seu papel no processo de desenvolvimento nacional.

A carreira, que havia perdido relevância durante a ditadura militar e nos anos de hiperinflação no Brasil, começou a reconquistar espaço com a redemocratização, a Lei das SA e a convergência do país às normas internacionais.

Por isso, é muito significativo o projeto do Ano da Contabilidade, que se soma à recente criação, também pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), de uma comissão para estudar formas de ampliar e melhorar a formação dos profissionais do setor.

Não se pode dizer que temos um apagão profissional no segmento, mas precisamos trabalhar para evitar que isso ocorra, estimulando os jovens a conhecer a carreira, sua relevância, responsabilidade, atratividade e possibilidades de bons ganhos.

A oferta de recursos humanos ainda não atingiu um ponto crítico porque as empresas conseguem atrair profissionais das firmas de auditoria e dos escritórios de contabilidade e consultoria para suprir as necessidades de seus departamentos de auditoria interna, controladoria e financeiro.

Ademais, temos notado, com base nos movimentos de nossa escola, que triplicou o número de profissionais de advocacia, administração e engenharia que buscam em ciências contábeis uma segunda formação acadêmica.

Com certeza, o Ano da Contabilidade no Brasil contribuirá para que mais jovens sintam-se atraídos por uma carreira na qual poderão ser protagonistas do crescimento sustentado e de uma economia pautada pelo equilíbrio e transparência.

Esses são atributos fundamentais para o definitivo ingresso do país nos princípios mais contemporâneos do capitalismo democrático.

Fonte: Brasil Econômico.

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