quinta-feira, 7 de março de 2024
Investindo por Dividendos - Estratégia e Análise de Investimento em Ações
terça-feira, 2 de maio de 2023
Livro O Investidor em Ações de Dividendo é recomendado por Thiago Nigro
sexta-feira, 5 de junho de 2020
Valuation - Empresas Jovens e com Capital Fechado
Como devemos tratar empresas jovens (startups) e de capital fechado em um valuation?
quinta-feira, 21 de maio de 2020
Valuation - Análise Relativo (por Múltiplos)
Nesta aula eu falo um pouco sobre Análise Relativa no contexto de Valuation, também conhecida como Análise por Múltiplos.
quinta-feira, 23 de abril de 2020
Valuation - Modelos Desconto de Fluxos de Caixa
Para encontrar o valor intrínseco de uma empresa nós podemos utilizar alguns modelos clássicos de desconto de fluxos de caixa.
Nesta aula falamos um pouco disto, com destaque para os modelos de desconto de fluxos de caixa da Firma, do Acionista e dos Dividendos.
Valuation - Estimação do Valor Terminal ou Perpetuidade
Nesta aula tratamos da estimação do valor terminal das empresas.
Pressupomos que as empresas durem "para sempre", porém, não conseguimos estimar crescimento de seus fluxos de caixa para sempre.
Por isso, pressupomos um crescimento estável e estimamos um valor na perpetuidade.
Acompanhem mais detalhes no vídeo...
quinta-feira, 9 de abril de 2020
Estimando Fluxos de Caixa
Nesta aula nós discutimos os principais fluxos de caixa utilizados para avaliar uma empresa, sob os enfoques da empresa e do acionista.
Para que uma empresa garanta sua continuidade e expectativa de crescimento ela necessita reinvestir parte dos lucros obtidos. Logo, entre o lucro e o fluxo de caixa livre há ajustes que podem determinar com muita força o valor de uma empresa.
Aqui fazemos essa discussão e vemos como chegar ao fluxo de caixa livre que será o fundamento do seu valor.
quinta-feira, 2 de abril de 2020
Risco e Custo de Capital
Risco e Retorno? Taxa livre de risco? Custo de capital?
Estes são alguns dos temas tratados nessa aula, no contexto de avaliação de empresas.
quinta-feira, 26 de março de 2020
Fermização e Valuation
quinta-feira, 19 de março de 2020
Assimetria de Informação nos Mercados de Capitais
Será que há diferença no nível de informação entre os participantes do mercado de capitais?
Neste vídeo eu discuto com os alunos dos programas de pós-graduação em Administração e Contabilidade da UFPB esse assunto.
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
Eficiência e Aleatoriedade no Mercado de Ações
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
Quem é Nosso "Mercado"?
Sua carteira, clube ou fundo tem batido o "mercado"? Sim? Que bom!
Mas será que o parâmetro de comparação que temos usado é, de fato, adequado? O "mercado" se limita ao #Ibovespa? O "mercado" é 6 (seis) empresas (52,16%)?
Qual é o risco da empresa?
O famoso Beta é estimado com base na co/variância dos retornos do ativo em relação ao #IBOV. O custo do capital do acionista é estimado sofre influência do #IBOV. A performance que você paga sobre o desempenho do seu fundo de ações (FIA), normalmente também é sobre o #IBOV.
Mas quem é o "mercado"?
Na carteira atual (13/09/2019), 52,16% são 6 (seis) empresas! Ou seja, Petro/Vale/Ambev ou as financeiras têm um domínio sobre o #IBOV. Se um desses lados sobe e o outro desce, o mercado anda de lado. Se ambos vão na mesma direção, é up ou down!
O setor mais influente no #IBOV é o financeiro (35,74%). Se o governo cogita aumentar um imposto sobre esse setor (1/3 da bolsa), o "mercado" desaba. Mesmo que isso favoreça outros setores (ex: para investimento em infraestrutura). Faz sentido?
Em um mercado emergente/volátil como o brasileiro, #Ibovespa pode "justificar" muito (ou pouco) em um modelo de valuation. Seja na #Academia ou no #Mercado isso merece atenção. Há muita coisa fora do #IBOV que também é mercado (e tem liquidez).
Nos EUA, por exemplo, o S&P500 tem 500 cias. A "foto" do mercado é melhor. No Brasil, uma alternativa mais abrangente é o #IBRX100. No fim do dia, o importante é entender que essas medidas são "aproximações" sujeitas a vieses. Use o bom senso!
A discussão continua no Twitter, acompanha lá... @orleansmartins Continue lendo >>
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
Custo Tributário e Crescimento das Empresas no Brasil
Será que o aumento dos impostos afeta o crescimento das empresas?
Quando o governo decide majorar a alíquota de um tributo, buscando aumentar a sua arrecadação, não corre o risco de sofrer um revés ao impedir que empresas cresçam e recolham mais tributos?
Essas foram algumas questões levantadas em uma das aulas da disciplina de Avaliação de Empresas que ministrei no curso de Mestrado em Contabilidade no PPGCC/UFPB. Logo, o Lauro, também auditor fiscal do estado da Paraíba, levantou esta inquietação e contou com a minha colaboração e a da Márcia Machado, também professora do PPGCC.
Essa discussão originou uma pesquisa que inicialmente foi apresentada no XXIII Congresso Brasileiro de Custos. Em seguida, publicamos a versão final da pesquisa na Revista Custos e @gronegócios, da Universidade Federal Rural de Pernambuco.
A seguir eu resumo o que é o trabalho e apresento o link para acesso completo à pesquisa, no final desta postagem.
Artigo: Reflexo do aumento do custo tributário com o ICMS no crescimento das empresas brasileiras
Autores: Lauro Vinício de Almeida Lima, Orleans Silva Martins e Márcia Reis Machado
Resumo
Esta pesquisa tem como objetivo verificar a relação existente entre a variação de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o crescimento das empresas no mercado brasileiro de capitais. Com base em uma revisão de literatura acerca do custo tributário, do crescimento das empresas e do ICMS, analisou-se uma amostra de 51 empresas empresas que compuseram o índice IBrX100 da Brasil, Bolsa, Balcão (B3) entre 2010 e 2016. O estudo tem por embasamento a análise fundamentalista, onde o crescimento observado é relativo ao capital investido em razão de sua utilização para a geração de fluxos de caixa futuro. Como proxy do custo tributário com o ICMS foi utilizada a variação do percentual do tributo sobre a receita operacional entre os períodos observados, sendo controlados pelos efeitos da variação da receita, da taxa de reinvestimento, do retorno sobre o patrimônio líquido e do endividamento. Os resultados validaram o modelo estrutural da pesquisa, evidenciando a influência negativa do custo tributário com o ICMS no crescimento das empresas, ao afetar as tomadas de decisão de investimento em ambientes de recessão econômica e aumento de impostos, levantando a necessidade da ampliação do debate sobre as políticas fiscais brasileiras e o seu papel fundamental no desenvolvimento econômico do País.





