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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Brasil Perde Posição em Ranking Global de Investimentos




O Brasil caiu da 5ª para 6ª posição entre os destinos mais procurados para investimentos produtivos no primeiro semestre.

Segundo relatório do Unctad (braço da ONU para o comércio e desenvolvimento), divulgado ontem, o fluxo de investimentos para o Brasil recuou de US$ 32,5 bilhões no primeiro semestre de 2011 para US$ 29,7 bilhões neste ano.

Com o recuo, o Brasil cedeu a quinta posição para o Reino Unido na preferência dos investidores e ficou atrás de China, EUA, Hong Kong e França. Em todo o mundo, o fluxo caiu 8%, para US$ 668 bilhões.

O fluxo de investimentos para a América Latina, entretanto, aumentou 8%.

Fonte: Folha de S. Paulo.

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

País é o Menos Competitivo Entre os Emergentes




Enquanto a área fiscal das empresas que atuam no Brasil tem ganhado importância estratégica dentro nas companhias, o país ainda arca com a quarta maior carga tributária no segmento corporativo, sendo uma exceção entre os países emergentes, segundo um ranking de competitividade feito pela consultoria KPMG. Ao contrário de emergentes como Índia, China, Rússia e México, que têm potencial de crescimento e estão entre os cinco mais baixos custos fiscais do ranking, o Brasil está entre os países tributariamente menos competitivos da lista. Enquanto os outros emergentes têm alguns dos mais baixos custos fiscais do mundo, o Brasil ficou bem atrás, na 11ª posição de uma lista composta pelos 14 países com maior competitividade fiscal. De acordo com o estudo Competitive Alternatives 2012, Special Report Focus on Tax (Alternativas Competitivas de 2012, relatório especial: foco nos tributos) da KPMG International, as empresas instaladas na Índia, que está em primeiro lugar, pagam cerca de 90% menos tributos que as empresas brasileiras. Entre os 14 principais países presentes no estudo, o Canadá foi o melhor classificado entre os países desenvolvidos, ocupando o segundo lugar. Em seguida, o Reino Unido aparece na sexta posição, e a Holanda em sétimo. Todos eles oferecem custos fiscais totais mais baixos que os Estados Unidos, que ficou na 8ª posição.

Os maiores custos fiscais predominam em partes da Europa (Alemanha, Itália e França) e Ásia-Pacífico, como Austrália e Japão. Na verdade, quando o assunto é construir um cenário facilitador para a competitividade, o Brasil ainda está muito atrasado em diversos quesitos tanto na comparação com as demais nações emergentes como em relação a outros países da América Latina. Segundo o Relatório Doing Business — documento confeccionado pelo Banco Mundial e atualizado anualmente —, o desempenho brasileiro no que se refere ao incentivo à competitividade ocupa o 126º lugar (em uma lista de 183 países), ante a 120ª colocação em 2011. Em quase todos os indicadores do ranking do Banco Mundial o Brasil piorou na comparação entre os relatórios de 2011 e de 2012. Houve melhoria expressiva apenas no sistema de informação de crédito, que passou a permitir que agências de crédito privadas possam coletar e compartilhar informações positivas.

Fonte: Brasil Econômico.

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Japonesa Kirin Anuncia a Aquisição de 100% da Schincariol



A companhia japonesa de bebidas Kirin anunciou nesta sexta-feira a compra da totalidade da Schincariol, da qual já possuía metade das participações.

A Kirin completou nesta sexta a compra da Jadangil, que detinha 49,54% da fabricante de bebidas brasileira, em uma operação avaliada em 105 bilhões de ienes (cerca de R$ 2,33 bilhões), segundo um comunicado da empresa.

Os acionistas minoritários da Schincariol, da qual a Kirin controlava mais de 50% desde agosto deste ano, tentaram bloquear a venda da nova parcela na Justiça brasileira, que decidiu levantar a medida cautelar em outubro, lembrou o diário Nikkei.

"Esta aquisição adicional não só melhorará a gestão da Kirin sobre a Schincariol como subsidiária em propriedade absoluta, mas também ajudará a Kirin a aumentar ainda mais a competitividade da Schincariol no emergente mercado brasileiro e a gerar sinergias com a Kirin", explica a companhia japonesa no comunicado.

O consumo de cerveja no Brasil cresceu 11% em 2010, segundo dados da Associação Nacional de Bebidas, enquanto caiu no Japão no mesmo período.

A Schincariol foi fundada em 1939 como fabricante de refrescos e hoje em dia possui mais de dez fábricas que produzem cerveja e outras bebidas não alcoólicas em diversos pontos do Brasil.

Fonte: Veja.

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terça-feira, 2 de agosto de 2011

A Problemática Schincariol vai Ajudar a Deficitária Kirin?



Esqueça o tom triunfante dos comunicados ao mercado – afinal, todos que compram algo tentam convencer a plateia de que fizeram um bom negócio. Mas a compra da Schincariol pela Kirin é mesmo boa? E para quem?

No informe ao mercado, os japoneses da Kirin mostraram apenas a metade meio cheia de cerveja desse copo. Ao adquirir 50,45% da Schincariol por 3,95 bilhões de reais, a empresa já estreia no Brasil como a segunda maior do setor cervejeiro e a terceira maior em bebidas não-alcóolicas.

Mas a metade vazia do copo – e que pode acabar numa grande ressaca para a Kirin – vem justamente com os problemas que levaram Adriano e Alexandre Schincariol a vender sua parte na cervejaria.

A Kirin afirmou aos investidores que a transação vai lhe garantir “uma sólida plataforma em um mercado emergente promissor”. Sim, o Brasil é um belo mercado para venda de cerveja, mas o problema é que a Schincariol está patinando há anos no segundo lugar, sem apresentar aumento expressivo de participação. Enquanto isso, assiste à Petrópolis ameaçar seu segundo lugar.

Devassa e escanteada

Outro motivo que teria descontentado Alexandre e Adriano Schincariol seria o fracasso do lançamento da Devassa Bem Loura. Lançada com estardalhaço, a meta da marca era encerrar 2010 com uma fatia de 1,5% de mercado. O resultado, segundo reportagem de EXAME, ficou bem aquém: 0,2%.

Por último, ao reassumir a presidência executiva da cervejaria, Adriano deu início a uma reestruturação da diretoria que, na prática, representou um retrocesso na profissionalização iniciada em 2007, após a morte de seu pai e fundador da empresa, José Nelson Schincariol.

Mas a Kirin será capaz de dar uma guinada na Schincariol, a ponto de a cervejaria crescer com fôlego? Ao comunicar a aquisição ao mercado, a empresa japonesa não se fez de rogada: afirmou que as vendas da brasileira crescerão 10% ao ano.

Para isso, vai investir no lançamento de produtos de maior valor agregado, além de reforçar as marcas já pertencentes à Schincariol. Promessas à parte, o ponto é que isso envolve dinheiro – e a Kirin fez questão de enfatizar que a sua prioridade continua ser crescer e se tornar líder nos mercados da Ásia e da Oceania.

Fonte: Portal Exame.

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Como Nasceram os Pôneis Malditos



Os pôneis da Nissan já são famosos. Apenas três dias de exposição na TV e na internet foram suficientes para dar aos animaizinhos o topo dos assuntos mais comentados do Twitter no Brasil e no mundo.

As 72 horas serviram para que o público pegasse a mensagem que satiriza a potência dos motores rivais e para que os criadores da ação ficassem felizes à beça. Resultado de um insight brilhante? Não. Foco na diferenciação do produto, condição primária a ser levada em conta num planejamento publicitário.

Márcio Oliveira, vice-presidente de Operações da Lew’Lara/TBWA, agência responsável pela criação, explicou em poucas palavras o porquê de tanta mídia espontânea obtida por meio de um comercial: “Todo carro tem alguma coisa especial. E aí vem a pegada de humor, impacto e pimenta. Estamos vendo com os olhos do consumidor. Não quero brigar com a concorrência, o argumento é: ‘você quer uma picape de verdade, com cavalos, ou com pôneis no motor?’, questiona. 

Embora a receita pareça óbvia, o mercado tem visto pouca coisa tão chamativa assim. Não é de hoje que a Nissan abusa de irreverência e polêmica ao adotar esta linha de comunicação.

Em parceria com a Lew’Lara, coleciona notificações do Conar, ao longo de meses, por conta do tom comparativo de suas campanhas. Mas agora a fase é outra, explica Oliveira.

Segundo ele, as alfinetadas do passado deram lugar ao planejamento que avalia o diferencial de cada produto da marca e o repassa ao seu público-alvo. “Antes a Nissan era desconhecida e agora atinge um outro patamar: o de mostrar porque ela é diferente”, observa.

A experiência obtida com o case que atualmente é o principal da carteira da Lew’Lara dá ao publicitário a condição avaliar o mercado. E criticá-lo.

"Falta coragem de fazer e aprovar, daí o mérito da Nissan em concordar com a ousadia”, diz em relação à falta de campanhas irreverentes como as da montadora.Ele considera o movimento uma “epidemia”. “O cenário é propício: há falta de ousadia (no mercado), o filme tem recursos que funcionam ,como um jingle bem feito, e o material é de bom conteúdo e integrado ao Facebook. Tudo isso funciona como um vírus e as pessoas são os mosquitos que espalham”, brinca o vice-presidente de Operações.

A integração dos pôneis foi completa. Enquanto a campanha avisava os telespectadores sobre a nova brincadeira, outra corria em paralelo na internet. 

A versão digital continha o complemento que acabou por ser o combustível da ação. O pônei que até então era “fofo” ficou amaldiçoado e pedia aos internautas que espalhassem o vídeo para 10 pessoas. Do contrário, a maldição faria com que a música “grudasse como chiclete” na mente de quem a ouviu. O vídeo já tem mais de 2 milhões de visualizações no YouTube.

Não se sabe se a maldição pega ou não, mas a redação já identificou quatro perfis no Twitter repletos de mensagens sobre os tais pôneis malditos.

Fonte: Portal Exame.

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Fusões no Comércio Brasileiro é Caminho Perigoso no Longo Prazo, Avalia CNDL

Presidente da CNDL lembra que processo reduz a concorrência.


O processo de fusões e aquisições verificado recentemente no comércio brasileiro é um caminho perigoso no longo prazo, na opinião do presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Junior. "O caminho é perigoso no longo prazo, pois reduz a concorrência, mas este não é o caso do Brasil ainda", disse. "Apesar de as fusões anunciadas parecerem enormes, ainda são pequenas em relação ao tamanho do mercado", acrescentou. 

Estão em fase de apuração no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para futuro julgamento, vários negócios entre varejistas, como Ponto Frio e Pão de Açúcar, Pão de Açúcar e Casas Bahia e Ricardo Eletro e Insinuante. Para Pellizzaro Junior, esta é uma tendência do setor já que a necessidade de aumentar capital para manter vendas a prazo é crescente. As operações, segundo o presidente da CNDL, visam a consolidar operações para reduzir custos e ampliar oferta de dinheiro.

"O Brasil deve olhar com atenção para que isso não chegue ao ponto de prejudicar consumidor e o fornecedor", sugeriu Pellizzaro Junior. Ele se disse contrário a intervenções diretas no mercado, como a proibição de fusões, mas é preciso atenção, segundo o presidente da CNDL, para que não haja desequilíbrio no mercado. 

Fonte: Agência Estado.

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terça-feira, 20 de julho de 2010

Magazine Luiza Compra a Lojas Maia por R$ 290 Milhões




Foi fechada na manhã de ontem a aquisição da rede de varejo nordestina Lojas Maia pelo Magazine Luiza. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo apurou, o valor do negócio foi de R$ 290 milhões, sendo a maior parte em assunção de dívida e cerca de R$ 100 milhões para o pagamento aos acionistas da Lojas Maia. Procurado, o Magazine Luiza não comentou o assunto - deve se pronunciar na próxima segunda-feira.

Com a compra, o Magazine Luiza deve faturar cerca de R$ 5,7 bilhões em 2010, se aproximando da segunda colocada no varejo de eletroeletrônicos. Neste ano, a Máquina de Vendas, resultado da fusão de Insinuante e Ricardo Eletro - com a posterior integração da City Lar -, espera registrar uma receita de R$ 6,1 bilhões.


Sediada na Paraíba, a Lojas Maia tem cerca de 150 lojas nos nove Estados do Nordeste e faturou R$ 500 milhões no ano passado. No negócio, a rede foi assessorada pelo escritório de advocacia Demarest & Almeida. O Magazine Luiza teve assessoria do escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga.


Depois de cerca de dois meses de negociação, o contrato de venda começou a ser assinado na noite da última quinta-feira em um hotel na região da Avenida Paulista, em São Paulo. Estavam lá Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza, a fundadora da rede, Luiza Trajano Donato, e seu marido. Também estavam na reunião os acionistas da Lojas Maia Marcelo Maia, diretor da empresa, e Arnaldo Maia, presidente. Outros quatro acionistas da rede nordestina assinaram o documento na manhã de ontem, em João Pessoa. Luiza Helena emprestou seu jatinho para que o documento fosse levado rapidamente.


"A intervenção da Luiza Helena foi essencial para o fechamento do negócio. Ela é muito carismática", disse um executivo a par das negociações. As conversas entre as redes chegaram a ser suspensas durante a semana, com o vazamento das notícias da negociação e com as discussões de condições e prazo para o pagamento. Até esse momento, apenas executivos e assessores do Magazine Luiza participavam diretamente das conversas. Foi quando Luiza Helena interveio e deu segurança aos Maia de que o negócio seria fechado. No final, o prazo de pagamento foi reduzido e algumas condicionantes foram amenizadas.

Fonte: O Estado de São Paulo.

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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Por Que o BB é Mais Rentável que Bradesco e Itaú Unibanco?



Uma relativa surpresa no levantamento sobre o desempenho dos bancos divulgado hoje pela Economática foi a altíssima rentabilidade do Banco do Brasil frente a seus pares. O banco apresentou um retorno sobre o patrimônio de 34,7%, o maior entre todos os bancos das Américas, o que inclui instituições como Goldman Sachs e JP Morgan, além dos concorrentes nacionais Itaú Unibanco e Bradesco. É verdade que parte dessa rentabilidade é explicada por receitas extraordinárias (isto é, que não se repetem) da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do banco — o valor dos ativos e passivos foi atualizado, o que gerou um lucro extra de 3 bilhões de reais para o banco. Mesmo quando se exclui esse efeito, porém, o BB permanece na liderança de rentabilidade, com um retorno sobre patrimônio de 26%, contra 22% do Itaú Unibanco e 20% do Bradesco.


Uma das explicações para o bom resultado do BB, segundo analistas, é o comportamento que o banco teve durante a crise. Num momento em que os grandes concorrentes privados foram conservadores, o BB teve de seguir a recomendação do governo de injetar dinheiro na economia por meio da concessão de crédito, que cresceu 33% de 2008 para 2009. Poderia ter sido desastroso, mas deu certo.


Segundo João Augusto Salles, economista da consultoria Lopes Filho, os bancos estão enfrentando dificuldades cada vez maiores para atingir altas rentabilidades. “A queda da taxa básica de juro e o aumento da concorrência em vários segmentos bancários tornou o ambiente menos atrativo para as instituições financeiras”, diz Salles. O Itaú, por exemplo, chegou a ter rentabilidade recorrente superior a 30% entre 2003 e 2006, mas ficou em 22% no ano passado. “Mesmo assim, a rentabilidade dos bancos ainda é alta se comparada à de outros setores”, diz Salles. Veja os resultados:


BANCO RENTABILIDADE MÉDIA EM 2009
Banco do Brasil 34,7%
Itaú Unibanco 24,2%
Bradesco 23,8%
Goldman Sachs 19,8%
American Express 16,2%
Wells Fargo 11,6%
PNC Bank 8,8%
US Bancorp 8,4%
JP Morgan Chase 7,1%
Fifth Third Bancorp 5,8%


Fonte: Economática (por Portal Exame).

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segunda-feira, 29 de março de 2010

Ricardo Eletro e Insinuante Formam 2º Maior Varejista do País



As redes de móveis e eletrodomésticos Ricardo Eletro e Insinuante anunciaram nesta segunda-feira a fusão de suas operações, formando o segundo maior grupo do varejo brasileiro, com faturamento de cerca de R$ 4 bilhões em 2009 e 528 lojas pelo País.


A liderança segue disparada com a união Casas Bahia e Pão de Açúcar no final de 2009, que criou um grupo de 1.015 lojas e faturamento anual estimado de R$ 40 bilhões (com base em dados de 2008). O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ainda analisa a fusão das duas empresas.


No entanto, o novo grupo Ricardo Eletro/Insinuante deixa para trás o Magazine Luiza, que atualmente possui 455 lojas e faturamento de R$ 3,8 bilhões no ano passado.


Fundada em 1989, a Ricardo Eletro era até então a 5º maior empresa no ranking de varejo, com 268 lojas nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Sergipe, Alagoas, Goiás e Distrito Federal, divididas em lojas de rua, shopping e megastore. A companhia tem cinco centros de distribuição.


Enquanto isso, a Insinuante começou a operar em 1959 e atualmente possui 260 lojas, em todos os Estados do Nordeste mais Rio de Janeiro e Espírito Santo. A empresa emprega cerca de 10 mil funcionários e era a quarta maior do segmento.


Fonte: Terra.

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Schincariol Vai Investir R$ 1 Bi no Brasil em 2010


O presidente do grupo Schincariol, Adriano Schincariol, disse hoje que a empresa vai investir R$ 1 bilhão no País em 2010. Ele informou também que lançará no mercado a cerveja Devassa Bem Loura, com o objetivo de competir no mercado popular. "Nossa estratégia é que todos possam consumir (o produto)", disse ele, em entrevista coletiva à imprensa no Rio.

O grupo espera crescer mais do que o mercado de bebidas em 2010, repetindo os resultados de 2009, quando a empresa afirma ter crescido dois dígitos. Porém, não informa os números até a divulgação de seu balanço. No lançamento da nova marca Devassa Bem Loura, Adriano
Schincariol afirmou que, mesmo antes da campanha, já faturou R$ 10 milhões com o novo produto.

A nova marca vai concorrer com outras do principal concorrente, a AmBev. Sobre os investimentos, R$ 100 milhões serão destinados à campanha do novo produto. Outros R$ 900 milhões previstos para 2010 irão para a expansão da capacidade produtiva e marketing. Os investimentos serão concentrados nas regiões Nordeste e Sudeste.
Schincariol. afirmou que não tem planos internacionais ou intenção de abrir capital nos próximos cinco anos.

Fonte: Portal Exame.

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