quarta-feira, 24 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
País é o Menos Competitivo Entre os Emergentes
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Japonesa Kirin Anuncia a Aquisição de 100% da Schincariol
terça-feira, 2 de agosto de 2011
A Problemática Schincariol vai Ajudar a Deficitária Kirin?
Como Nasceram os Pôneis Malditos
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Fusões no Comércio Brasileiro é Caminho Perigoso no Longo Prazo, Avalia CNDL
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| Presidente da CNDL lembra que processo reduz a concorrência. |
terça-feira, 20 de julho de 2010
Magazine Luiza Compra a Lojas Maia por R$ 290 Milhões

Foi fechada na manhã de ontem a aquisição da rede de varejo nordestina Lojas Maia pelo Magazine Luiza. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo apurou, o valor do negócio foi de R$ 290 milhões, sendo a maior parte em assunção de dívida e cerca de R$ 100 milhões para o pagamento aos acionistas da Lojas Maia. Procurado, o Magazine Luiza não comentou o assunto - deve se pronunciar na próxima segunda-feira.
Com a compra, o Magazine Luiza deve faturar cerca de R$ 5,7 bilhões em 2010, se aproximando da segunda colocada no varejo de eletroeletrônicos. Neste ano, a Máquina de Vendas, resultado da fusão de Insinuante e Ricardo Eletro - com a posterior integração da City Lar -, espera registrar uma receita de R$ 6,1 bilhões.
Sediada na Paraíba, a Lojas Maia tem cerca de 150 lojas nos nove Estados do Nordeste e faturou R$ 500 milhões no ano passado. No negócio, a rede foi assessorada pelo escritório de advocacia Demarest & Almeida. O Magazine Luiza teve assessoria do escritório Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga.
Depois de cerca de dois meses de negociação, o contrato de venda começou a ser assinado na noite da última quinta-feira em um hotel na região da Avenida Paulista, em São Paulo. Estavam lá Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza, a fundadora da rede, Luiza Trajano Donato, e seu marido. Também estavam na reunião os acionistas da Lojas Maia Marcelo Maia, diretor da empresa, e Arnaldo Maia, presidente. Outros quatro acionistas da rede nordestina assinaram o documento na manhã de ontem, em João Pessoa. Luiza Helena emprestou seu jatinho para que o documento fosse levado rapidamente.
Fonte: O Estado de São Paulo.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Por Que o BB é Mais Rentável que Bradesco e Itaú Unibanco?
Uma relativa surpresa no levantamento sobre o desempenho dos bancos divulgado hoje pela Economática foi a altíssima rentabilidade do Banco do Brasil frente a seus pares. O banco apresentou um retorno sobre o patrimônio de 34,7%, o maior entre todos os bancos das Américas, o que inclui instituições como Goldman Sachs e JP Morgan, além dos concorrentes nacionais Itaú Unibanco e Bradesco. É verdade que parte dessa rentabilidade é explicada por receitas extraordinárias (isto é, que não se repetem) da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do banco — o valor dos ativos e passivos foi atualizado, o que gerou um lucro extra de 3 bilhões de reais para o banco. Mesmo quando se exclui esse efeito, porém, o BB permanece na liderança de rentabilidade, com um retorno sobre patrimônio de 26%, contra 22% do Itaú Unibanco e 20% do Bradesco.
Uma das explicações para o bom resultado do BB, segundo analistas, é o comportamento que o banco teve durante a crise. Num momento em que os grandes concorrentes privados foram conservadores, o BB teve de seguir a recomendação do governo de injetar dinheiro na economia por meio da concessão de crédito, que cresceu 33% de 2008 para 2009. Poderia ter sido desastroso, mas deu certo.
Segundo João Augusto Salles, economista da consultoria Lopes Filho, os bancos estão enfrentando dificuldades cada vez maiores para atingir altas rentabilidades. “A queda da taxa básica de juro e o aumento da concorrência em vários segmentos bancários tornou o ambiente menos atrativo para as instituições financeiras”, diz Salles. O Itaú, por exemplo, chegou a ter rentabilidade recorrente superior a 30% entre 2003 e 2006, mas ficou em 22% no ano passado. “Mesmo assim, a rentabilidade dos bancos ainda é alta se comparada à de outros setores”, diz Salles. Veja os resultados:
| BANCO | RENTABILIDADE MÉDIA EM 2009 |
| Banco do Brasil | 34,7% |
| Itaú Unibanco | 24,2% |
| Bradesco | 23,8% |
| Goldman Sachs | 19,8% |
| American Express | 16,2% |
| Wells Fargo | 11,6% |
| PNC Bank | 8,8% |
| US Bancorp | 8,4% |
| JP Morgan Chase | 7,1% |
| Fifth Third Bancorp | 5,8% |
Fonte: Economática (por Portal Exame).
segunda-feira, 29 de março de 2010
Ricardo Eletro e Insinuante Formam 2º Maior Varejista do País

As redes de móveis e eletrodomésticos Ricardo Eletro e Insinuante anunciaram nesta segunda-feira a fusão de suas operações, formando o segundo maior grupo do varejo brasileiro, com faturamento de cerca de R$ 4 bilhões em 2009 e 528 lojas pelo País.
A liderança segue disparada com a união Casas Bahia e Pão de Açúcar no final de 2009, que criou um grupo de 1.015 lojas e faturamento anual estimado de R$ 40 bilhões (com base em dados de 2008). O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ainda analisa a fusão das duas empresas.
No entanto, o novo grupo Ricardo Eletro/Insinuante deixa para trás o Magazine Luiza, que atualmente possui 455 lojas e faturamento de R$ 3,8 bilhões no ano passado.
Fundada em 1989, a Ricardo Eletro era até então a 5º maior empresa no ranking de varejo, com 268 lojas nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Sergipe, Alagoas, Goiás e Distrito Federal, divididas em lojas de rua, shopping e megastore. A companhia tem cinco centros de distribuição.
Enquanto isso, a Insinuante começou a operar em 1959 e atualmente possui 260 lojas, em todos os Estados do Nordeste mais Rio de Janeiro e Espírito Santo. A empresa emprega cerca de 10 mil funcionários e era a quarta maior do segmento.
Fonte: Terra.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Schincariol Vai Investir R$ 1 Bi no Brasil em 2010

O presidente do grupo Schincariol, Adriano Schincariol, disse hoje que a empresa vai investir R$ 1 bilhão no País em 2010. Ele informou também que lançará no mercado a cerveja Devassa Bem Loura, com o objetivo de competir no mercado popular. "Nossa estratégia é que todos possam consumir (o produto)", disse ele, em entrevista coletiva à imprensa no Rio.
O grupo espera crescer mais do que o mercado de bebidas em 2010, repetindo os resultados de 2009, quando a empresa afirma ter crescido dois dígitos. Porém, não informa os números até a divulgação de seu balanço. No lançamento da nova marca Devassa Bem Loura, Adriano Schincariol afirmou que, mesmo antes da campanha, já faturou R$ 10 milhões com o novo produto.
A nova marca vai concorrer com outras do principal concorrente, a AmBev. Sobre os investimentos, R$ 100 milhões serão destinados à campanha do novo produto. Outros R$ 900 milhões previstos para 2010 irão para a expansão da capacidade produtiva e marketing. Os investimentos serão concentrados nas regiões Nordeste e Sudeste. Schincariol. afirmou que não tem planos internacionais ou intenção de abrir capital nos próximos cinco anos.
Fonte: Portal Exame.







