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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Ford Prioriza Fortalecimento do Balanço Patrimonial


A montadora americana Ford Motor espera que os lucros melhorem em 2011, depois de resultados sólidos previstos para 2010, à medida que a recuperação econômica ganha ritmo, afirmaram executivos da empresa em reunião anual de acionistas nesta quinta-feira.

A Ford, que fechou 2009 no azul, está concentrada em reduzir sua alta dívida, mas pode discutir a retomada da distribuição de dividendos depois de equilibrar as contas, afirmou o presidente do conselho, Bill Ford Jr.

"Temos que ter o fortalecimento do nosso balanço patrimonial como nossa maior prioridade", disse.

Em abril, a montadora informou esperar um sólido lucro antes de impostos em 2010, sem considerar itens extraordinários. A companhia acumulou prejuízo de US$ 30 bilhões de 2006 a 2008.

O grupo reduziu seu ponto de equilíbrio entre receitas e despesas ("break-even") com uma reestruturação que evitou o pedido de concordata da matriz nos Estados Unidos em meio à crise financeira e econômica global.

A Ford possui dívidas mais pesadas que as de GM ou Chrysler, após tomar cerca de US$ 23 bilhões em empréstimos no fim de 2006. A montadora espera que os esforços para redução da dívida acelerem, à medida que produz fluxo de caixa positivo e lucros.



Fonte: Reuters.



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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Com Dívida de US$ 25 bilhões, Japan Airlines Pede Concordata



A Japan Airlines anunciou nesta terça-feira que encaminhou pedido de proteção contra credores, sob peso de 2,3 trilhões de ienes (US$ 25,4 bilhões) até o final de setembro. O pedido foi feito como parte de um plano de reestruturação elaborado por um fundo do governo do Japão. A intenção é que a aérea não interrompa suas operações.


O Enterprise Turnaround Initiative Corp of Japan (Etic), fundo que apoiado por recursos do governo e voltado a resgatar empresas, informou que vai apoiar a companhia aérea.


O poder Executivo apresentará hoje mesmo seu plano de reestruturação a três anos para a JAL, com o objetivo de que a companhia aérea não interrompa suas operações e retorne ao lucro no ano fiscal de 2012, que termina em março de 2013.


Segundo a agência Kyodo, esse plano inclui a eliminação de 15 mil empregos, quase um terço do quadro de funcionários, e uma forte redução do tamanho de uma companhia aérea que era superdimensionada.


A redução de pessoal será feita de forma gradativa até março de 2013, enquanto haverá cortes de 30% nos planos de previdência dos empregados aposentados e a eliminação das rotas não rentáveis.


A companhia aérea anunciou também a renúncia do presidente da JAL, Haruka Nishimatsu, que será substituído pelo fundador da corporação Kyocera, o veterano empresário Kazuo Inamori.


A declaração de quebra da JAL, que inclui suas duas filiais, a Japan Airlines International e a JAL Capital, recorre à lei japonesa de Reabilitação Corporativa, semelhante à lei de falências dos Estados Unidos. Esta norma protege a companhia temporariamente de seus credores e oferece tempo para uma reestruturação que dê lugar a uma empresa com menos dívida e de menor tamanho.


Por causa da quebra, as ações da JAL devem parar de ser negociadas, o que fez com que, em apenas uma semana, os títulos tenham perdido 90% do valor, até alcançar uma capitalização total de US$ 150 milhões, o preço de um Boeing 787.


A declaração de falência apresentada pela JAL é a sexta maior da história do Japão depois da Segunda Guerra Mundial e a mais grave de uma companhia não financeira japonesa, que obrigará a JAL a sair da bolsa de Tóquio.


Fonte: Terra.


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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Grupo Financeiro Americano CIT Entra em Concordata


O grupo financeiro americano CIT, responsável tradicionalmente pelo financiamento às PME (pequenas e médias empresas), anunciou neste domingo que vai se colocar sob a proteção da lei de falências.

O CIT foi fundado em 1908, sendo especializado no financiamento e na consultoria a empresas menores e que possui mais de um milhão de clientes em 50 países, além de US$ 71 bilhões em ativos.

"O Conselho de administração aprovou a proposta de entregar, voluntariamente um dossiê sobre sua situação ao tribunal de falências do distrito sul de Nova York", diz o grupo em comunicado.

O grupo se apresenta como o número um nos Estados Unidos para as PME, sendo, também, um dos mais importantes na concessão de empréstimos, principalmente para o comércio varejista.

O CIT é, também, um importante parceiro dos setores de aeronáutica, defesa e do transporte ferroviário, tendo entre seus clientes grandes nomes da tecnologia como Dell, Microsoft ou Toshiba.

Com os ativos do CIT avaliados em 71 bilhões de dólares, trata-se da quinta maior quebra da história dos Estados Unidos, após as do Lehman Brothers (2008), Washington Mutual (2008), WolrdCom (2002) e General Motors (2008).

O procedimento diz respeito apenas à sede do grupo, que espera, assim, reduzir seu endividamento de US$ 10 bilhões; estão poupadas as agências do CIT e suas filiais, o que lhes permitirá prosseguir suas atividades, precisa a nota.

As dificuldades do grupo se intensificaram em julho, uma vez que deveria expirar, em agosto, uma parcela de US$ 1 bilhão de sua dívida obrigatória, que não estava preparado para refinanciar. O CIT recusou uma nova injeção de recursos federais por Washington, após ter recebido US$ 2,3 bilhões em dezembro.



Fonte: Folha Online.

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sábado, 11 de julho de 2009

GM Completa Saída da Concordata


Depois de 40 dias sob proteção judicial e com ajuda do governo americano, montadora se prepara para voltar ao mercado

A nova GM completou nesta sexta-feira (10) a saída do Capítulo 11 da Lei das Falências americana depois de 40 sob proteção judicial. Em encontro com a imprensa em Detroit, sede da montadora, o presidente da GM Fritz Henderson anunciou o nascimento da "nova GM" -- batizada de General Motors Company (GMC) --, compromissada com ações rápidas e novo foco nos consumidores.

"Hoje é o um novo começo para a General Motors, um dia que permitirá a cada funcionário, incluindo a mim, voltar aos negócios de projetos, construção e vendas de grandes carros para servir às necessidades de nossos consumidores", disse ele em comunicado à imprensa.

Ainda neste mês, o governo americano, que terá 60% das ações da GM em troca do dinheiro investido na empresa, deve nomear mais quatro diretores que completarão o quadro total de 13. O Canadá, que deu à empresa 9 bilhões de dólares, deterá 12% da companhia e nomeará um diretor.

As chances de uma reviravolta sustentada se concentram exatamente na reestruturação da diretoria da empresa, especialmente no novo presidente Edward E. Whitacre Jr. O ex-executivo da AT&T, foi escolhido pelo governo americano, que aposta em sua administração para levar a GM a uma posição confortável no mercado.

Whitacre se encontrou com Henderson em Detroit nesta quinta-feira (9), além de outros executivos, para "acertar o tom" da nova administração. A primeira reunião oficial da diretoria da nova GM está agendada para o início de agosto.

A empresa deixa uma concordata de 48 bilhões de dólares em dívidas. Quando entrou com o pedido de falência, em 1º de junho, o valor era de 176 bilhões de dólares. A nova GM trabalhará apenas com quatro marcas -- Chevrolet, Cadillac, Buick e GMC – e deve vender ou fechar a Hummer, Saturn, Saab e Pontiac. Até o final do ano, a montadora espera ter 68 500 funcionários, contra os 91 000 no final de 2008.

*As informações são do Wall Street Journal

Fonte: Portal Exame.

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sexta-feira, 3 de julho de 2009

EUA Darão Mais US$ 1,175 Bi à General Motors


Os Estados Unidos darão US$ 1,175 bilhão em financiamento para o encerramento de operações da montadora norte-americana General Motors (GM), segundo informações da rede de televisão Bloomberg. De acordo com o plano de reorganização da companhia, a GM vai transferir seus ativos de boa qualidade para a "Nova GM", enquanto os demais serão eliminados no processo de concordata. A divisão será completada por meio de uma venda que irá transferir os ativos da "Nova GM" para uma entidade controlada pelos governos dos EUA e do Canadá, pelo sindicato dos trabalhadores do setor (United Auto Workers) e por credores não securitizados da GM.

O executivo-chefe do grupo, Fritz Henderson, disse em um tribunal de falências esta semana que US$ 950 milhões deverão ser reservados para cobrir o custo de desativação da velha GM. O vice-presidente da AlixPartners LLP e principal executivo de reestruturação da GM, Albert Koch, afirmou ser improvável que a companhia consiga desativar suas operações por US$ 950 milhões. O governo dos EUA pretende deixar a velha GM com "caixa suficiente" para cobrir a desativação, segundo Koch. Ele prevê que a maior parte desse processo de encerramento de operações deve ocorrer em dois ou três anos, mas alguns aspectos da liquidação deverão levar mais tempo.

A "Nova General Motors" vai entrar com pedido para fazer uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) no ano que vem, de acordo com um cronograma apresentado por um tribunal de falências dos EUA. Esta semana, a montadora informou que suas vendas em junho nos EUA caíram 33,6% em comparação com igual mês do ano passado, para 176.571 unidades. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Portal Exame.

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quinta-feira, 4 de junho de 2009

GM Pede Concordata e Venda da Chrysler é Aprovada


Por Kevin Krolicki e John Crawley

DETROIT/WASHINGTON (Reuters) - A General Motors pediu proteção contra falência nos Estados Unidos nesta segunda-feira, levando a montadora de 100 anos -que já foi o símbolo da economia norte-americana- a uma era de incerteza sob controle do governo do presidente Barack Obama.

O pedido de concordata é o terceiro maior da história dos EUA e o maior no setor industrial do país.

A decisão do governo de fornecer mais 30 bilhões de dólares para a reestruturação da fabricante de veículos representa um grande desafio para a administração Obama.

Mas em um sinal de progresso nos esforços do governo norte-americano para reorganizar o setor automotivo, um juiz aprovou, no domingo, a venda de praticamente todos os ativos da montadora Chrysler para um grupo liderado pela italiana Fiat.

A concordata da rival Chrysler, também com apoio financeiro do Tesouro dos EUA, vinha sendo vista como um teste para mostrar qual seria o resultado de uma reorganização muito maior e mais complexa pretendida para a GM.

Obama disse que concessões por parte de trabalhadores e credores permitiram um plano viável para a GM, que agora tem chance de ter sucesso na reestruturação.

"Eu estou absolutamente confiante de que, se bem administrada, a nova GM surgirá como uma empresa que pode competir com montadoras ao redor do mundo e que poderá mais uma vez ser parte integral do futuro econômico dos EUA", disse Obama.

A ambição do governo dos EUA é por um rápido processo de venda da GM, permitindo que uma companhia menor deixe a concordata em um prazo de 60 dias a 90 dias.

Na concordata, a GM será dividida em duas: a "nova GM" e a "velha GM" -que inclui partes da empresa que eventualmente serão liquidadas.

Os ativos da "nova GM" serão transferidos para uma empresa controlada pelos governos dos EUA e do Canadá, pelo sindicato dos trabalhadores UAW e por parte dos credores da GM.

Segundo documentos encaminhados à Justiça, o Tesouro dos EUA só irá financiar a GM se uma transação de venda da "nova GM" for aprovada até 10 de julho.

Para o analista do setor Christopher Richter, da CLSA Asia-Pacific Markets, em Tóquio, a implicação imediata no mercado, com as concordatas de GM e Chrysler, é que ambas serão menores e deixarão espaço para que rivais como Toyota, Honda, Nissan e Hyundai ganhem participação nos EUA.

Um dos maiores desafios para a GM será criar uma linha de produtos com preços mais acessíveis e mais eficientes em termos de consumo de combustível.

A empresa espera manter investimentos de 6,5 bilhões a 7 bilhões de dólares por ano, o equivalente a perto de 5 por cento de suas vendas.

Após o pedido de concordata, as ações da GM foram removidas do índice industrial Dow Jones.

GOVERNO DOS EUA SALVA MONTADORA

Desde o começo do ano, a GM vem sendo mantida viva por recursos do governo dos EUA.

Ao assumir 60 por cento da GM reorganizada, a administração Obama está apostando que a montadora poderá competir com montadoras como a japonesa Toyota após cortar pela metade sua dívida e seus custos trabalhistas sob novo contrato com o sindicato UAW.

De acordo com o vice-presidente financeiro da GM, Ray Young, a montadora precisa ter um valor de 68 bilhões de dólares para que o Tesouro dos EUA recupere integralmente o dinheiro que colocou na empresa.

O governo federal do Canadá e a província de Ontário também se comprometeram a oferecer dinheiro à GM.

A montadora planeja fechar 11 unidades nos EUA e desativar outras três fábricas. A GM não forneceu uma atualização para suas metas de cortes de empregos, mas vinha buscando reduzir 21 mil postos dos 54 mil sindicalizados que tem em seu quadro de funcionários nos EUA.

Apenas o fechamento de fábricas vai afetar de 18 mil a 20 mil trabalhadores filiados ao UAW nos EUA.

"O dia de hoje marca o começo de uma nova companhia, de uma nova GM dedicada a construir os melhores carros e caminhões, com eficiência energética e com qualidade de classe mundial", disse em entrevista coletiva o presidente-executivo da GM, Fritz Henderson.

O sindicato UAW terá fatia de 17,5 por cento na "nova GM". O governo canadense terá 12 por cento e os detentores de bônus da montadora ficarão com 10 por cento.

INVESTIDOR RELUTANTE

Autoridades envolvidas na reorganização da GM disseram que a Casa Branca é um "investidor relutante" na companhia, mas teve que prevenir uma falência que analistas afirmam que deixaria dezenas de milhares de desempregados em um momento de recessão econômica.

A GM emprega 92 mil pessoas nos EUA e é responsável indiretamente por 500 mil aposentados.

Autoridades dos EUA disseram que não há planos de fornecer qualquer outra ajuda financeira à montadora além do já acertado e insistiram que todas as três montadoras de Detroit -GM, Ford e Chrysler- podem sobreviver. Das três, a Ford é a única que não buscou ajuda do governo federal.

No caso da GM, o objetivo da reestruturação é permitir que a companhia volte à lucratividade se a indústria dos EUA voltar a comercializar 10 milhões de veículos por ano.

Até agora, para parar de perder dinheiro, a GM contava com uma recuperação da marca de 16 milhões de carros vendidos nos EUA por ano, marca vista em 2007, segundo autoridades.

Embora seja esperado que a "nova GM" saia rapidamente da proteção contra falência, suas fábricas fechadas, equipamentos e outros ativos devem ser deixados para uma futura liquidação.

No final de semana, a GM conseguiu o suporte para sua reorganização de investidores que representam 54 por cento da dívida de 27 bilhões de dólares com detentores de bônus.

Os detentores de bônus poderão ter até 25 por cento da GM se a empresa recuperar o valor de mercado que tinha em 2004.

(Reportagem adicional de David Bailey, Soyoung Kim, David Lawder, John Crawley, Leah Schnurr, Poornima Gupta, Walden Siew e Tom Hals).

Fonte: O Globo.

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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Os 10 Carros que Afundaram a GM

O site americano jalopnik.com, baseado em Detroit e feito por fanáticos em automóveis, montou uma lista com os dez carros que contribuiram para a decadência da General Motors. É um festival de soluções equivocadas, desenhos inadequados e miopia de marketing. Confira:

1. Hummer Esse é um caso de morte anunciada em tempos de crise. Caríssimo e beberrão, passou de sucesso de vendas a mico com o caos econômico americano

2. Chevrolet SSR O carro é vistoso, uma picape conversível inspirada nos carros dos anos 30. Mas a caçamba era tão pequena que inviabilizava o transporte de carga. E quem quer pagar caro por uma picape que não funciona como picape?

3. Saturn L Series A ideia até que era boa: criar um carro relativamente pequeno, com padrão europeu. O problema é que a plataforma era de um velho Opel que a GM desenterrou de sua fábrica na Alemanha e o desenho do carro deixou a desejar

4. GMC Envoy XUV O Envoy foi projetado para ser um luxuoso SUV equipado com um caríssimo teto retrátil que transformava o carro em picape. Coisa para decoradoras transportarem antiguidades. Como decoradoras que transportam antiguidades é um nicho muito pequeno, o carro foi um fiasco

5. EV1 Criado para atender a exigência de um carro de emissão zero para o mercado californiano, o EV1 significou um caminho diverso em comparação às outras montadoras. Em vez de adaptar um carro que já existia, a GM criou um novo e caríssimo. No meio do caminho decidiu abortar o projeto e foi alvo de protestos de ambientalistas que denunciaram a empresa por boicotar a criação de um carro verde.

6. B Bodies Na racionalização da produção de seus modelos, a GM criou os chamados B Bodies, carros que dividiam plataforma e partes da carroceria. Nos anos 90, uma fornada de modelos saiu de uma mesma base, entre eles o Oldsmobile Custom Cruiser, Buick Roadmaster, Cadilac Fleetwood Brougham, Chevy Caprice (foto), e Chevy Impala SS. Os carros venderam bem, mas criaram um problema de identidade entre as marcas - e, em vez de resolver um problema, criaram outro

7. Cadilac Escalade EXT O Escalade foi um sucesso que recuperou a marca Cadilac. Daí, a GM achou que poderia criar uma picape (mais uma) derivada dele. Só que o minicaminhão de luxo não agradou.

8. Chevrolet Aveo Desenhado na Coréia, o carro não caiu no gosto dos americanos. Era visto como apertado, desconfortável, maldesenhado e feio. Não bastasse tudo isso, a GM foi além e criou uma espécie de gêmeo batizado como Pontiac G3 Wave. Resultado: dois fracassos de vendas.

9. Pontiac Aztek Uma ideia boa em péssima embalagem. O Aztek inovou no conceito de crossover, mas o desenho horrendo e agressivo assustou os compradores

10. Saab 9-2X Os engenheiros da GM pegaram um carro feito pela japonesa Subaru, empresa em que a montadora americana tem participação de 20% e o maquiaram com grade e logotipo da sueca Saab, também pertencente à GM. O resultado foi um Frankenstein apelidado de Saabaru pelos americanos.

Fonte: Portal Exame.

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