Informações sobre Contabilidade, Atuária, Economia e Finanças.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

75% das Ações da Oferta para Capitalização da Petrobras já Foram Vendidas



A dois dias do encerramento da oferta da Petrobras, pelo menos 75% das ações já foram "vendidas", segundo fontes. São papeis que não tiveram exigência de preço.
 
Os demais têm pedido feito, mas ainda poderão mexer nos preços. Na visão de um dos coordenadores, dificilmente não atingirá os 100% iniciais.
 
A adesão dos atuais acionistas também foi alta. O governo, inclusive, não teria conseguido comprar todas as sobras previstas para aumentar a sua participação.
 
A União negocia com os coordenadores a compra de ações na oferta direcionada a todos os investidores.
 
Hoje é o último dia para os investidores solicitarem a reserva das novas ações que serão ofertadas pela Petrobras. O objetivo da operação é munir a estatal de recursos para explorar bolsões de petróleo no pré-sal.
 
O pedido de reserva deve ser feito em corretora ou banco. Segundo a Petrobras, o horário limite para fazê-lo depende de cada instituição. O investimento mínimo para comprar ações diretamente é de R$ 1.000, e o máximo, R$ 300 mil. O prazo para uso do FGTS já terminou.


Fonte: Folha de São Paulo.

Continue lendo >>

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Desgovernança Corporativa

Coligações de partidos capitaneadas por PT, PSDB e PV receberam, em conjunto, R$ 205 milhões.

Nas eleições de 2008, para prefeito e vereadores, os candidatos arrecadaram mais de R$ 1,7 bilhão, de acordo com levantamento realizado pela organização não governamental Transparência Brasil. 

Na segunda prévia divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no início de setembro sobre o financiamento dos postulantes a cargo público em 2010, as coligações de partidos capitaneadas por PT, PSDB e PV - agremiações políticas com mais chances de eleger seus candidatos - receberam, em conjunto, R$ 205 milhões.

Os recursos vêm de doações dos próprios candidatos, de pessoas físicas e, principalmente, de empresas.

Doações para campanhas políticas sempre incitam discussões das mais diversas origens. Uma delas é tratada pela jornalista Maria Luíza Filgueiras, em reportagem publicada nas páginas 38 e 39 da edição impressa do Brasil Econômico, que mostra que menos de 20% das companhias com ações negociadas em bolsa esclarecem a seus acionistas quanto doam para campanhas políticas e a quem se destina os recursos.

O estudo em que se baseia a reportagem foi feito pelo Instituto de Compliance e Integridade Corporativa (Icic). Como não se sabe com precisão quanto as empresas abertas doam e para quem doam, os investidores ficam impossibilitados de conhecer os candidatos da preferência das companhias, quanto os candidatos receberão e quais impactos esse procedimento trará sobre a distribuição de dividendos, por exemplo.

Já houve casos de empresas que financiaram campanhas políticas com quantias superiores ao montante do lucro destinado aos acionistas.

Uma boa demonstração de transparência seria todas as empresas, independentemente de terem capital aberto ou não, divulgarem formalmente quanto vão doar, para quem e por quê.

Não é preciso que se crie uma lei para obrigar as organizações a tornar públicos atos que terão consequência na sociedade e fazer valer os surrados manuais de princípios de governança corporativa que a maioria ostenta.

Fonte: Brasil Econômico.

Continue lendo >>

Serviços de Instituições Financeiras Lideram Ranking de Queixas à CVM

Reclamações abrangem problemas de funcionamento de sistemas de homebroker,
falhas na execução de ordens e realização de operações sem o conhecimento do investidor.


Os serviços prestados por instituições que integram o sistema de distribuição de valores mobiliários foram o principal motivo (35,73%) de queixas prestadas no primeiro semestre deste ano à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), segundo boletim inédito divulgado hoje pela autarquia.

De acordo com o relatório, as reclamações abrangem problemas decorrentes do funcionamento de sistemas de homebroker e falhas na execução de ordens, havendo casos em que se aponta a realização de operações sem o conhecimento do investidor. As reclamações de fundos de investimento responderam por 15,17% do total, e as dificuldades em obter informações sobre posição acionária e a demora na transferência de ações, 7,46%.

Das 28.932 demandas recebidas (consultas, reclamações e denúncias), foi necessária a abertura de processo em 457 casos.

O boletim lista a TOV Corretora em primeiro lugar no ranking de instituições com maior número de reclamações que geraram processos, com 36 casos no semestre, o equivalente a 9,25% do total. No período de dois anos entre 2008 e 2009, a corretora havia respondido por 3% do total de reclamações, com 69 processos.

Em nota, a TOV afirmou que o aumento das reclamações se explica pelo número de clientes. "A TOV Corretora, sendo a instituição que mais cresceu em 2008 com a sua política de oferecer o melhor custo x benefício, e uma das que mais crescem até hoje, possui milhares de clientes. Portanto, o número de 36 reclamações durante o período de seis meses não representa a qualidade de nossos serviços, avaliado como bom ou muito bom por 83% dos nossos investidores".

A corretora foi seguida pelos conglomerados do Banco do Brasil (33 casos), Bradesco (29), Itaú Unibanco (19), Santander (16), além de Senso Corretora (13), Ágora (12), UM Investimentos (10), BNY Mellon (9) e Banif (9).

O boletim passará a ser divulgado semestralmente para informar as principais demandas apresentadas à CVM pelos investidores e pelo público em geral. A CVM destaca que os números não refletem a opinião da autarquia sobre a procedência de cada demanda nem a qualidade dos serviços prestados pelos participantes de mercado. 

Fonte: Agência Estado.

Continue lendo >>

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Avaliação Trienal da Capes: Universidades Internacionalizam Programas de Pós-Graduação

A Capes avaliou 2.718 programas de pós-graduação em todo o Brasil,
sendo 50 de Economia, 65 de Direito e 100 de Administração e Contabilidade.



Os investimentos na internacionalização da pós-graduação em economia e administração da Universidade de São Paulo (USP) e da Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ) fizeram com que ambas as instituições conquistassem as notas máximas na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O órgão, responsável por conceituar a cada três anos os programas de pós-graduação em todo o país, conferiu a nota 7 aos cursos que atingiram o nível máximo de desempenho em referência e inserção acadêmica internacional.

A Capes avaliou 2.718 programas de pós-graduação em todo o Brasil, sendo 50 de Economia, 65 de Direito e 100 de Administração e Contabilidade. Os cursos que compuseram o ranking atingiram, no mínimo, a nota 3 - abaixo desse nível, os programas são recomendados a fechar. Na avaliação dos coordenadores da Capes, o desempenho dos cursos é resultado de um movimento geral de melhora na qualidade das instituições. "Houve mais avanços que recuos. A média está maior do que nos últimos três anos", afirma o coordenador da área de administração e contabilidade da Capes, João Luiz Becker.

O único programa de pós-graduação em administração que atingiu a nota 7 foi o da USP. A universidade ganhou ainda a nota 6 nos cursos de contabilidade, a mais alta da área. De acordo com o pró-reitor de pós-graduação da USP, Vahan Agopyan, o conceito foi resultado de investimentos da Faculdade de Economia e Administração (FEA) em internacionalização. "Buscamos atingir padrões globais como estratégia para alcançar a excelência", afirma.

Nove programas cresceram na classificação da Capes. Um deles foi o da Universidade Nove de Julho (Uninove), que atingiu a nota 5, considerada ponto de partida para o nível de excelência e internacionalização, representado pelas notas 6 e 7. A estratégia de melhora da instituição passa pela decisão de promover mestrado e doutorado gratuitos desde 2008. "Essa mudança abriu as portas aos melhores alunos, elevando a qualidade do corpo discente e também a avaliação da instituição", afirma Emerson Maccari, diretor do mestrado profissional em administração da Uninove.
 

Nos cursos de economia, a nota 7 foi obtida somente pela USP e pela FGV/RJ. Oito programas de pós-graduação na área, porém, tiveram aumento de nota. O coordenador da área de economia da Capes, Francisco de Sousa Ramos, explica que a boa qualidade das instituições aumenta o nível da avaliação de uma maneira geral. "Todos os programas têm feito esforços. A média tem subido a cada triênio, tornando a avaliação cada vez mais exigente."

Um exemplo é a Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro. O diretor da Escola de Pós-Graduação em Economia da FGV/RJ, Rubens Penha Cysne, ressalta que o foco em pesquisa, o elevado número de publicações em revistas científicas estrangeiras e a excelência no ensino formaram um tripé que garantiram a boa colocação da universidade. Além da nota 7 da Capes, a FGV/RJ aparece no ranking internacional da Universidade de Pilburg, na Holanda, como o melhor centro de pós-graduação em economia da América do Sul.

A FGV/RJ pretende ministrar aulas em inglês a partir de 2011, começando pelo doutorado. "As aulas em português dificultam a atração de estudantes de outros países. Internacionalizar esse público aumentará a competitividade da universidade em relação às melhores do mundo", afirma Cysne.

Fonte: Valor Econômico.

Continue lendo >>

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Arrecadação no Ano é R$ 78 Bilhões Maior do que em 2009

R$ 510,185 bilhões.

A arrecadação de impostos e contribuições federais cobrados pela Receita Federal de janeiro a agosto deste ano é R$ 78,085 bilhões maior do que no mesmo período ano passado. Os dados da arrecadação divulgados pela Receita Federal mostram que de janeiro a agosto do ano passado as receitas somaram R$ 432,1 bilhões e saltaram para R$ 510,185 bilhões neste ano, número 12,59% maior.

Levando-se em conta a correção da inflação pelo IPCA, a arrecadação de janeiro a agosto é R$ 57,47 bilhões maior do que no esmo período do ano passado.

Em agosto, a arrecadação somou R$ 62,721 bilhões, resultado recorde para o mês. O volume foi 15,32% superior em termos reais (descontada a inflação pelo IPCA) ao verificado em agosto do ano passado. Comparado com julho de 2010, o resultado do mês passado foi 7,76% menor em termos reais.

O resultado de agosto ficou dentro do intervalo das projeções coletadas pela Agência Estado, que ia de R$ 58,800 bilhões a R$ 71,000 bilhões, mas superou a mediana dessas projeções, que estava em R$ 61,6 bilhões.

Em todos os meses deste ano, a arrecadação bateu seus recordes históricos.

No resultado de agosto, a arrecadação administrada pela Receita Federal foi de R$ 61,222 bilhões, com alta real de 14,78% sobre agosto de 2009 e queda real de 4,70% sobre julho deste ano. As demais receitas somaram no mês passado R$ 1,499 bilhão, com alta real de 42,62% ante agosto de 2009 e queda real de 60,13% ante julho de 2010.

Fonte: O Estadão.

Continue lendo >>

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Executivos Brasileiros de Finanças e Contabilidade Lideram Ranking de Confiança

Levantamento afirma que 98% das empresas brasileiras desses setores
 esperam bom desempenho em 2011.


Os executivos brasileiros dos setores de finanças e contabilidade lideram o ranking mundial de confiança, segundo a pesquisa Global Financial Employment Monitor, da empresa de recrutamento Robert Half. O levantamento revela que 98% dos executivos do País esperam um bom desempenho para suas empresas em 2011. Na outra ponta da lista estão República Tcheca (52,7%), Espanha (66%) e França (67,3%), com as piores expectativas de confiança. 

Os executivos brasileiros são os mais preocupados na retenção de profissionais da área financeira, também revela a pesquisa - apenas 23% deles não mostraram essa preocupação. 

O País apresenta o patamar mais alto de expectativa de contratação de profissionais recém-formados (49%) para os próximos seis meses. Segundo o levantamento, a abertura de novas empresas e a vinda de unidades de negócio de companhias estrangeiras ao Brasil justificam o otimismo. 

O levantamento foi realizado com 6,3 mil gestores de finanças e contabilidade de 19 países.

Fonte: O Estadão.

Continue lendo >>

Notícias do Mercado de Ações no Mundo

Destaques do Mercado de Ações

Heatmap do IBRX-50

Dados Financeiros das Principais Empresas

Siga este Blog

Número de Visitas

Indique Este Blog

CLIQUE AQUI!
Orleans Silva Martins. Tecnologia do Blogger.