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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Petrobras Anuncia Descoberta de Petróleo em Angola



A estatal petrolífera de Angola, Sonangol, e a Petrobras encontraram um novo campo de petróleo 1.500 metros abaixo do leito oceânico, no bloco 18/06 em Angola, informou a agência de notícias estatal Angop nesta terça-feira.

O poço, a cerca de 200 quilômetros ao norte de Luanda (capital), produziu petróleo de excelente qualidade, informou a Angop, citando um comunicado das duas empresas.

A Petrobras é a operadora do bloco com participação de 30%. A Sonangol Sinopec International tem 40%, a Sonangol P&P tem 20%, a Germinas 5% e a Falcon Oil os 5% restantes.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, disse na semana passada que a Petrobras está interessada em desenvolver a exploração de petróleo em águas ultra profundas de Angola, na chamada camada pré-sal.

"Um diretor da Petrobras teve uma reunião com o ministro de economia de Angola e lhe disse que a Petrobras, que está presente aqui, tem um grande interesse em trabalhar na perfuração em uma área que chamamos de pré-sal --águas profundas e ultra profundas", disse então o ministro.

Angola tem uma formação rochosa subaquática similar à do Brasil, que em 2007 descobriu uma reserva de cerca de 8 bilhões de barris de petróleo no pré-sal do campo de Tupi.


Irã

Ontem o diretor da Área Internacional da companhia, Jorge Luiz Zelada, disse que a Petrobras poderá devolver os dois blocos que opera no Irã e fechar o escritório no país, depois de terem sido perfurados dois poços no país até o momento, sem que tenham sido encontrados sinais de hidrocarbonetos.

"Vamos avaliar nossa permanência no país", afirmou Zelada a jornalistas, após participar de evento sobre energia no Rio.

Questionado se uma eventual saída do Irã poderia ter motivação política, ele negou. "Será uma decisão puramente técnica. Se não há receita, não tem como sustentar um escritório", afirmou.


Fonte: Folha Online.

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Pressão Adia Mudança Contábil



Os leitores de balanços terão que ter cuidado redobrado para analisar e comparar os resultados das empresas ao longo de 2010. Atendendo a pedido da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou ontem uma deliberação que acabou com a obrigatoriedade de as empresas apresentarem os balanços trimestrais do ano que vem já com base nos pronunciamentos contábeis emitidos ao longo deste ano.

São mais de 30 novas normas e o motivo teria sido o atraso na divulgação de algumas delas por parte do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Dessa forma, os balanços intermediários do ano que vem poderão seguir as mesmas regras vigentes para os demonstrativos de 2009.

Ao mesmo tempo, a CVM permitiu que a empresa que já estiver pronta para seguir os normativos divulgados neste ano adote tais regras não apenas a partir do primeiro trimestre de 2010, mas também para o balanço fechado de 2009. Na prática, isso significará a convivência de duas normas contábeis brasileiras válidas no ano que vem.

Para complicar um pouco mais, as empresas poderão, no que se refere às demonstrações consolidadas, optar por publicar os balanços trimestrais de 2010 conforme a regra vigente em 2009, com as normas publicadas neste ano e também no padrão internacional IFRS.

Fica mantida a obrigação de que os números do exercício social de 2010 completo, que serão apresentados no início de 2011, acompanhem os CPCs emitidos neste ano no balanço individual e o IFRS no consolidado. E a empresa que não divulgar os números trimestrais no novo padrão deverá reapresentar os balanços assim que se considerar apta, ou quando publicar o balanço do ano fechado.

Eliseu Martins, diretor da CVM, disse ao Valor que as empresas de capital aberto manifestaram, por meio da Abrasca, que teriam dificuldade para adotar todas as regras emitidas neste ano já para o balanço do primeiro trimestre de 2010 e fizeram o pedido para o adiamento. O CPC reconheceu que houve atraso no cronograma para emissão das normas e que o calendário ficaria apertado, principalmente porque os números devem ser apresentados com a comparação dos dados referentes ao trimestre equivalente de 2009. A associação dos analistas de investimentos (Apimec), que tem assento no CPC, teria concordado com o adiamento.

Inicialmente, o plano era que todos os normativos fossem emitidos pelo CPC e validados pela CVM até o fim de setembro. No entanto, faltando menos de dois meses para acabar o ano, ainda falta a publicação final de oito pronunciamentos.

O diretor da CVM explicou que o atraso se deveu à demora do Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (Iasb, na sigla em inglês), órgão responsável pela elaboração do padrão IFRS, para publicar as versões revisadas dos pronunciamentos referentes a instrumentos financeiros. "Eles não cumpriram o cronograma", afirmou Martins.

Como sabiam que o Iasb iria rever as regras, os reguladores brasileiros aguardaram para não divulgar uma nova norma e em seguida ter que alterá-la. Como houve atraso e não há segurança sobre quando os novos IFRS serão publicados, a saída foi traduzir as normas que estão em vias de ser reformadas.

Questionado sobre quais pronunciamentos seriam os mais críticos do ponto de vista das companhias, Martins citou o que trata das concessionárias de serviços públicos e também o dos balanços das empresas do setor imobiliário.

Na opinião de Idésio Coelho, sócio de auditoria da Ernst & Young , "seria bastante complicado" aplicar as novas normas já no primeiro trimestre. "Há uma grande quantidade de normativos que está saindo neste quarto trimestre e sobraria pouco tempo para aplicar essas mudanças já no início de 2010, incluindo a comparação com os números de 2009", afirmou Coelho.

Ana María Elorrieta, presidente do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), reconhece que a existência de duas normas contábeis válidas ao mesmo tempo pode gerar alguma dificuldade para os usuários dos balanços, mas lembra que isso já ocorreu em 2008. "Vamos ter que garantir que as comunicações sejam muito precisas", afirmou.

A deliberação da CVM, destaca Edison Arisa, diretor do Ibracon e membro do CPC, exige que a companhia que não adotar já no primeiro trimestre de 2010 as novas regras explique por que não conseguiu fazê-lo, bem como divulgue eventuais diferenças que poderão ocorrer nas demonstrações contábeis do encerramento do exercício social.

Elorrieta e Arisa, que são sócios da auditoria PwC, ressaltam ainda a questão da segurança para justificar o adiamento. "Não adianta obrigar a empresa divulgar, se não tiver a segurança necessária [sobre os números]", disse ela. "Não estamos fazendo uma mudança só para o ano que vem, mas para o futuro", afirmou Arisa.

Fonte: CFC.

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PIB da Zona do Euro Cresce 0,4% no Terceiro Trimestre


O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro avançou 0,4% no terceiro trimestre, ante os três meses anteriores, segundo as informações divulgadas hoje pela agência de estatísticas Eurostat. Ante o mesmo período do ano passado, no entanto, essas economias apresentaram retração de 4,1%.

Na União Europeia, o PIB cresceu 0,2% entre o segundo e o terceiro trimestre deste calendário e recuou 4,3% ante o terceiro trimestre de 2008.

O levantamento mostra ainda que as quedas anuais estão se enfraquecendo, o que sugere um processo de recuperação dessas economias. No segundo trimestre, foi registrado um recuo anual de 4,8% e de 4,9% no PIB da zona do euro e da UE, respectivamente.

Na passagem trimestral, a economia da Alemanha apresentou crescimento de 0,7%, o PIB da França teve expansão de 0,3% e a economia espanhola registrou contração de 0,3%. O PIB da Itália avançou 0,6% e o da Áustria e Portugal ficaram no mesmo nível, com avanço de 0,9%.

Dentre os países pesquisados no período, o que mostrou maior PIB foi a Lituânia, com crescimento de 6%, e Eslováquia, com expansão de 1,6%. Já as economias que estavam em pior situação eram Estônia (-2,8%) e a Hungria (-1,8%).

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Especialista Aponta 10 Erros que Matam a Produtividade no Trabalho


Apesar do planejamento bem feito e das muitas horas de trabalho diário, o tempo nunca parece ser suficiente para muita gente. O consultor Christian Barbosa, especialista em administração de tempo, lista abaixo os 10 "ladrões de produtividade" e dá dicas de como lidar com eles:


1 E-mail Ficar com e-mail aberto o dia todo faz o nível de interrupções ficar intolerável, aumenta a ansiedade e a sensação de atividades por fazer. O consultor recomenda definir períodos para lidar com as mensagens, deixando a caixa de entrada fechada no restante do tempo.


2 Não ter clareza sobre o que fazer O que você precisa fazer primeiro? Você sabe pelo menos 80% do que deve ser feito em um dia de trabalho? Segundo Barbosa, se você não souber responder a essas perguntas, com certeza vai se perder em tarefas circunstanciais.


3 Estou em reunião Uma pesquisa feita pela empresa da qual Christian Barbosa é diretor, a Triad Consulting, demonstra que um terço das reuniões podem ser canceladas. O consultor recomenda: dieta de reuniões já! Quanto menos, melhor. Se tiver de fazer, seja objetivo, defina pontos de discussão e faça durar no máximo 2 horas.


4 Redes Sociais No ambiente de trabalho você usa Twitter, Facebook, Orkut? Ainda que sua empresa permita, controle a ansiedade de ficar conectado a essas redes enquanto desenvolve suas atividades. Utilize eventuais intervalos no dia ou o horário de almoço.


5 Falta de energia Você está cansado, sem pique e não consegue se concentrar? A falta de energia rouba muitas horas do dia e faz a pessoa surfar em atividades circunstanciais. Tenha hobbies, procure um médico e alimente-se em horários regulares.


6 Falta de foco Começa uma atividade e em pouco tempo salta para outra tarefas? Se a atividade for grande, tente dividi-la em pequenas partes. Feche qualquer outro software que não esteja usando, coloque o celular no silencioso e, se funcionar para você, ouça música.


7 Navegador cheio de favoritos Você abre seu navegador para entrar em um site, esbarra na lista de favoritos e começa a perambular por outros portais? Instale outro navegador e não importe os seus favoritos. No novo browser, com a lista de favoritos zerada, você perde a tentação de ficar navegando sem propósito.


8 Mensagens instantâneas Se em sua empresa é permitido usar MSN, gTalk, Wave, dentre outros, a regra é simples: está ocupado? Deixe seu status no modo invisível ou offline. Está tranquilo? Fique ausente ou ocupado. Está com tempo para conversar? Fique disponível.


9 Interrupções Se muita gente interrompe você, pode ser porque sua comunicação não anda muito adequada. Faça uma revisão de como redige os emails, concede informações e delega atividades.


10 Tarefas imprevistas, convites inesperados e favores Que tal falar não de forma concreta, com base em planejamento e disponibilidade? Se muitas tarefas imprevistas surgem na sua rotina, é possível que o nível de planejamento não esteja adequado. Repare em quais dias da semana você tem mais imprevistos e utilize isso a seu favor.

Fonte: Portal Exame.

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Brasil e Argentina Vão Negociar Fim de Barreiras Comerciais



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberá só na semana que vem as propostas de seus ministérios para encerrar os atritos com a Argentina provocados pelas barreiras comerciais levantadas pelos dois países. Se optar pelas preferências do Ministério do Desenvolvimento, levará ao encontro com a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, a exigência de um cronograma e medidas imediatas para eliminar obstáculos burocráticos criados para exportação de produtos brasileiros, como móveis.


Cristina Kirchner já indicou que considera violações do acordo do Mercosul as exigências de licença prévia a cerca de 35 produtos argentinos impostas pelo Brasil desde o mês passado. Laminados de madeira são um dos itens dessa lista de produtos com dificuldades de entrar no mercado brasileiro, e um exemplo de como as exigências brasileiras são uma retaliação aos entraves impostos pelos argentinos ás vendas brasileiras.

Desde o início do ano, os fabricantes de móveis do Brasil são obrigados a pedir vistos no consulado da Argentina para vender suas mercadorias no país vizinho, o que aumenta os custos e dificulta as operações de pequenos e médios comerciantes do Brasil. Os insistentes pedidos de Brasília para a eliminação dessa exigência ficaram sem resposta, e, por isso, laminados de madeira, usados pela indústria moveleira, foram submetidos a licenças prévias por parte do governo brasileiro, atrasando a entrada no Brasil.

Nesta segunda-feira, as equipes dos ministérios do Desenvolvimento e das Relações Exteriores se reunirão em Brasília para decidir que propostas levarão a Lula, para o encontro com Cristina. No começo da semana, o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, reuniu-se no Rio com o ministro de Relações Exteriores da Argentina, Jorge Taiana, com quem discutiu a elaboração de uma proposta comum, a ser apreciada pelos presidentes. Até ontem, porém, o governo brasileiro não havia chegado a uma decisão sobre o que apresentar aos argentinos.

O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, é favorável a um tratamento severo em relação aos argentinos, com o argumento de que o sistema de controle das licenças prévias no país vizinho, não informatizado, dificilmente permitirá liberação rápida das licenças aos brasileiros, o que gera insatisfação no setor privado e alimenta pressões no Brasil para medidas semelhantes de contenção de concorrentes argentinos. Os produtores de maçã, por exemplo, conseguiram incluir o produto entre os 35 listados pelo governo para submissão a licenças prévias, o que retém embarques na fronteira.

Amorim tem um problema adicional. Um de seus principais negociadores, o embaixador Ênio Cordeiro, está designado para a embaixada do Brasil em Buenos Aires, o que o deixa em situação delicada. Hábil negociador, um dos principais responsáveis pelo acordo que aliviou os atritos entre Brasil e Paraguai com as exigências paraguaias sobre a energia de Itaipu, Cordeiro terá seu trabalho prejudicado se provocar forte atrito com as autoridades argentina antes mesmo de ocupar seu posto na capital argentina.

Os argentinos já receberam queixa dos brasileiros sobre os efeitos políticos das barreiras contra as mercadorias do Brasil. Afetados por restrições do vizinho, setores industriais pedem proteção contra a concorrência argentina. A inclusão das autopeças na lista dos 35 produtos, por exemplo, é reação à administração lenta das liberações de exportações brasileiras do setor ao sócio no Mercosul. Essa medida, segundo avaliam analistas do governo brasileiro, pode trazer danos à estratégia argentina de industrialização, já que, na incerteza sobre o fornecimento de peças, a indústria automotiva pode preferir deslocar maior parte da produção ao Brasil, mercado maior da região.

O Itamaraty, embora disposto a aumentar o tom na discussão, insiste na necessidade de maior compreensão para as dificuldades políticas do governo Kirchner, com baixa popularidade e difícil relacionamento com o setor privado. O Ministério do Desenvolvimento vem argumentando que, se são permitidas licenças prévias no comércio entre os dois sócios, essa permissão deve valer para todos. Lula, irritado com as queixas frequentes dos empresários em seu gabinete, resolveu arbitrar em favor do endurecimento no trato com os argentinos.

Apesar da forte repercussão política nas complicações entre os dois lados, com repercussão em setores industriais de grande visibilidade, o impacto real das barreiras brasileiras é pequeno - na semana passada contabilizavam-se cerca de U$ 50 milhões em licenças de importação para produtos argentinos retidas nos gabinetes de Brasília, menos de 1% das importações brasileiras daquele país previstas para este ano.

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O Governo Distorceu o Mercado Salarial do País - 1


Por: Marcelo Sampaio Alencar

(Prof. Titular da UFCG)


A remuneração de um profissional, seja na iniciativa privada ou na esfera governamental deve levar em conta critérios objetivos. A composição do salário, em qualquer país, tipicamente leva em conta a quantidade de horas trabalhadas por dia, mês ou ano, mais um percentual relativo à qualificação do profissional.


Mais horas de trabalho, maior a remuneração. Cada ano de estudo leva a um incremento salarial correspondente. Para o salário inicial em uma empresa, ou no governo, esses dois critérios técnicos bastam. Eventualmente, sobre a remuneração do profissional em um plano de carreira na empresa ou governo, ou em função de chefia, incide algum percentual definido por um plano ou estatuto interno.


Esse percentual varia em função da carreira e tende a ser menos objetivo, porque é normalmente alcançado por meio de negociações entre sindicatos e governo, ou entre patrões e empregados.


Ao longo dos anos, ocorre a formação de um salário médio para cada profissão, que é chamado de salário de mercado. Os profissionais e suas entidades de classe têm clara noção desse salário médio, o que influencia a busca por determinadas profissões pelos alunos. A procura por cursos de Medicina é fortemente influenciada por esse fator, mais do que pela vocação dos estudantes pela profissão médica.


Nesta década, principalmente, o governo, não apenas o Executivo, mas os três poderes que formam o Estado Brasileiro neste contexto, conseguiu distorcer esse mercado salarial. Mas, para ler o restante do artigo de forma desapaixonada, o leitor, caso seja funcionário público, deve se pensar como contribuinte.


A análise é feita apenas para a esfera federal, cujos dados são mais confiáveis. O governo federal tem por volta de 600 mil funcionários na ativa, contribuindo com impostos e recolhimentos para a previdência. Tem também o dobro desse contingente como aposentados ou pensionistas, ou seja, recebendo recursos do tesouro, visto que o que é recolhido do pessoal da ativa não é suficiente para manter o sistema funcionando por conta própria.


O peso desse contingente enorme de pensionistas recai sobre os contribuintes, que têm que arcar com R$ 50 bilhões a mais de impostos todos os anos apenas para cobrir o deficit da previdência. E o pior é que não há solução a curto ou médio prazo, porque boa parte dos pensionistas e aposentados vai viver ainda por muito tempo. Muitos se aposentaram cedo, com receio das ameaças de mudanças nas regras da previdência, feitas durante o governo Fernando Henrique Cardoso.


A alternativa seria aumentar a base de contribuintes, elevando o número de funcionários da ativa. Mas isso implica aumentar a folha de pagamento do governo federal, com as consequências óbvias. E não seria uma solução efetiva porque, para tornar a previdência adimplente, deveria haver nove funcionários da ativa para cada aposentado. Isso requeriria a realização de concursos públicos para efetivar nada menos que dez milhões de funcionários federais!


Continua...


Fonte: Jornal do Commercio.

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