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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

EIG Investirá R$ 1,3 Bi na LLX e Será o Novo Controlador

A LLX Logística, do empresário Eike Batista, informou nesta quarta-feira, 14, que assinou termo de compromisso com a EIG Management Company LLC, em nome dos fundos sob sua gestão ou co-investidores. O documento prevê o investimento pelo Grupo EIG na LLX, por meio de participação em operação de aumento privado do capital social da companhia no valor de R$ 1,3 bilhão. Quando a operação for concluída, o Grupo EIG se tornará o novo acionista controlador da LLX.

As ações que serão emitidas em decorrência do aumento do capital terão o preço de emissão fixado em R$ 1,20. Ainda conforme o fato relevante, será conferido aos acionistas minoritários o direito de preferência para participação no aumento de capital. O EIG se comprometeu a subscrever a totalidade das ações que poderiam ser subscritas pelo acionista controlador, que cederá seu direito de preferência ao grupo investidor.

Além disso, o Grupo EIG se comprometeu a subscrever a totalidade das ações não subscritas pelos acionistas minoritários, até o limite total de subscrição no montante de R$ 1,3 bilhão.

No comunicado, a LLX informou também que a operação está sujeita a condições precedentes, como a celebração dos contratos definitivos, aprovações regulatórias e societárias, além da finalização de due diligence satisfatória pelo Grupo EIG, entre outras.

"O atual acionista controlador deixará de integrar a administração da companhia, mas continuará a ser um acionista relevante, e preservará o direito de indicar um membro do conselho de administração da LLX", disse o comunicado.

Ainda de acordo com o fato relevante, o Grupo EIG é uma instituição líder no setor de energia global com US$ 12,8 bilhões sobre gestão em 30 de junho de 2013. A EIG se especializou em investimentos privados nos setores de energia e recursos relacionados a infraestrutura.

"Em seus 31 anos de história, a EIG já investiu mais de US$ 15 bilhões no setor através de mais de 280 projetos ou companhias em mais de 33 países em seis continentes. Entre seus clientes, a EIG tem Fundos de Pensão, Companhias Seguradoras, Fundações, Fundos Soberanos nos Estados Unidos, Ásia e Europa. A matriz do EIG fica localizada em Washington DC, com escritórios em Houston, Londres, Sidney, Hong Kong e Rio de Janeiro", informou a LLX, no fato relevante.

O comunicado acrescenta que "os recursos provenientes deste aumento de capital somados às linhas de crédito existentes deverão prover a companhia com os recursos necessários na execução do plano de investimento de capital da companhia na construção do Superporto do Açu, além de reforçar sua estrutura de capital".

A LLX termina o fato relevante dizendo que o compromisso assumido pelo Grupo EIG "demonstra a capacidade da LLX em atrair líderes globais especializados nos setores de energia e infraestrutura, e confirmam o reconhecimento das vantagens competitivas oferecidas pelo Superporto do Açu". O comunicado é assinado por Marcus Berto, diretor presidente e de Relações com Investidores da LLX.

Fonte: Portal Exame.

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Cai a Remuneração de Presidentes em Empresas Nacionais


Se por um lado as empresas nacionais se destacaram nos últimos anos por oferecer para os CEOs pacotes mais agressivos que as multinacionais, por outro, quando a situação fica difícil, elas são as que mais reduzem a remuneração total dos dirigentes. Isso porque a ousadia das nacionais está na oferta de bônus de curto prazo, que são diretamente afetados pelo não cumprimento de metas quando os resultados ficam abaixo do esperado. Se um presidente recebia, em média, R$ 2 milhões de pagamento anual incluindo o salário base, bonificações e incentivos de longo prazo em uma empresa brasileira de grande porte em 2012, este ano ele vai receber R$ 1,5 milhão.

Esses dados fazem parte de uma pesquisa realizada pela empresa de recrutamento Page Executive com mais de 700 executivos do país. "Os números das companhias brasileiras este ano ficaram aquém do previsto e isso teve um impacto forte no pagamento dos executivos", afirma o diretor geral Marcelo De Lucca.

Em média, um CEO recebeu dez salários extras como prêmio em 2012 em uma grande empresa nacional, com faturamento acima de R$ 1 bilhão. Já este ano, o bônus caiu para oito salários. Nas multinacionais, o pagamento total somando salário base e a parte variável subiu de R$ 1,3 milhão no ano passado para R$ 1,4 milhão em 2013. De acordo com De Lucca, o incremento no pagamento dos presidentes nesse caso aconteceu em razão de um aumento nos incentivos de longo prazo. "Mesmo assim, no Brasil os presidentes ainda recebem mais nas empresas locais."

Ele ressalta que entre as companhias nacionais vem crescendo o uso de stock options como incentivo de longo prazo. Elas respondem este ano por 32% da preferência das empresas nesse tipo de pagamento, no qual o gestor tem a opção de comprar um lote de ações da companhia por um determinado valor para exercer em um prazo de três a cinco anos. "O principal uso tem sido como uma ferramenta de retenção no alto escalão", afirma. "Existe hoje também o desejo de alinhar os interesses das empresas com o dos executivos."

No geral, as empresas brasileiras têm sido mais criativas que as múltis na elaboração de planos de incentivo de longo prazo. O uso das chamadas phantom stocks é um exemplo, segundo De Lucca. Nessa modalidade, o executivo recebe um bônus em dinheiro equivalente ao valor de um lote predefinido de ações, mesmo que a empresa não seja listada em bolsa de valores.

Outra forma de estimular a permanência dos executivos nas empresas nacionais tem sido o pagamento de bônus de retenção, usado por 41% das companhias pesquisadas. Nessa prática, a empresa se compromete a pagar um determinado valor, no geral, no prazo de três anos. "Quando a economia não vai bem, estas são maneiras de manter esses gestores em seus quadros sem ter que desembolsar grandes somas imediatamente."

O levantamento também constatou um aumento na contratação de diretores estatutários, especialmente nas empresas brasileiras, e a diminuição de executivos contratados como pessoa jurídica. "Existe uma preocupação crescente com as questões relacionadas à governança corporativa no país", diz De Lucca. A presença dos fundos de private equity em diversas companhias locais tem incentivado as organizações e se adequarem às melhores práticas.

De acordo com o consultor, também cresceu, tanto nas empresas brasileiras como nas múltis, o número de gestores com seguro de responsabilidade civil e criminal, o D&O. Na pesquisa deste ano, 55% dos executivos disseram ter essa proteção em comparação aos 51% de 2012. "Esse seguro se popularizou no país nos últimos quatro anos por conta de casos recentes em que os executivos foram responsabilizados por práticas ilegais."

Fonte: Valor Econômico.

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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Empurrão Contábil no Lucro da Petrobrás


Uma mudança na contabilidade da Petrobrás, adiando os efeitos da desvalorização do real, elevou em quase R$ 8 bilhões os ganhos da empresa no segundo trimestre, divulgados sexta-feira. O lucro líquido de R$ 6,2 bilhões superou o previsto pelos analistas, mas as cotações dos papéis da estatal oscilaram muito na Bolsa ontem. Eliminados os efeitos tributários, o lucro teria sido uma fração dos R$ 7,69 bilhões do primeiro trimestre.

A alteração contábil é permitida, mas as consequências não estão mensuradas. Em entrevista, ontem, o diretor financeiro da Petrobrás, Almir Barbassa, admitiu que a mudança poderá justificar aumento de R$ 600 milhões em dividendos às ações ordinárias. Como a União é a controladora, será a maior beneficiária. A estatal espera que a mudança contábil ajude a captação externa, mas, por ora, isso é difícil de avaliar. A empresa captou US$ 15,1 bilhões neste ano e não precisa de mais dinheiro em 2013.

Houve aspectos positivos no balanço, como a diminuição da importação de derivados em relação ao primeiro trimestre. O programa de eficiência no refino gerou ganhos de US$ 1,2 bilhão e o de redução de custos operacionais deverá gerar economia de R$ 3,8 bilhões, no ano.

Mas os resultados do segundo trimestre dependeram da venda de ativos na África para o Grupo BTG, com ganho líquido de R$ 1,9 bilhão. Dois investimentos no Golfo do México foram vendidos por R$ 250 milhões. E a Petrobrás está operando com alavancagem crescente - a relação entre a dívida líquida e a capitalização líquida já chegou a 34%, próxima do teto definido pela estatal, de 35%.

A ameaça de desequilíbrio aumentará enquanto os preços dos combustíveis não forem reajustados, disse Barbassa. No primeiro trimestre, os prejuízos na área de abastecimento provenientes da venda subsidiada de derivados aos consumidores finais foi de R$ 4,2 bilhões, caindo para R$ 2,5 bilhões no segundo trimestre. Os analistas se dividiram: Paulo Kovarsky e Diego Mendes, do Itaú BBA, não gostaram dos números; outros, do Credit Suisse, destacaram a estabilização dos custos de extração, em US$ 15 o barril.

É notória a dificuldade da gestão Graça Foster de sanear problemas velhos, entre eles o custo da Refinaria Abreu e Lima, dívidas elevadas em moeda estrangeira, preços subsidiados, queda da produção e da exportação, prejuízos com a Refinaria de Pasadena, além da ameaça ao pré-sal - preços menores do bruto com a exploração do xisto americano.

Fonte: O Estadão.

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Petrobrás e Braskem Terão de Explicar Balanços


A adoção da contabilidade de hedge (proteção) por companhias abertas para reduzir o impacto da alta do dólar nos resultados do segundo trimestre está sendo apurada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O regulador pediu explicações para pelo menos dois grupos: Petrobrás e Braskem.

Uma consulta a dados públicos revela que a Superintendência de Relações com Empresas (SEP) da CVM abriu processos administrativos para analisar as informações trimestrais dessas companhias. O da estatal foi iniciado ontem, três dias após a publicação do balanço financeiro do segundo trimestre.

Consultada, a CVM informou que não comenta casos específicos. No entanto, confirmou que a SEP "está analisando o referido tema contábil para um conjunto de companhias, no âmbito do Sistema de Supervisão Baseada em Risco (SBR)".

A prática da contabilidade de hedge é legal e autorizada no País desde 2009. A opção por esse modelo já foi feita anteriormente por grandes companhias. A hipótese é que a CVM esteja questionando o momento e a forma como as duas empresas comunicaram ao mercado a nova política. Esse mecanismo neutraliza parte do impacto da variação sobre a dívida da empresa no curto prazo.

Em entrevista coletiva ontem, o diretor financeiro da Petrobrás, Almir Barbassa, afirmou que a contabilidade de hedge "veio para ficar".

Para Barbassa, a contabilidade de hedge é um instrumento muito útil para países em desenvolvimento, que têm maior dificuldade de captar recursos no mercado internacional "e acabam expostas a variações". Além disso, reduz a volatilidade no resultado fruto de variações cambiais.

Repercussão

A decisão da Petrobrás teve forte repercussão no mercado por ter sido tomada em meio à escalada do dólar.

No segundo trimestre do ano passado, quando o dólar se valorizou 10,93%, a Petrobrás registrou prejuízo de R$ 1,346 bilhão, o primeiro balanço no vermelho desde a maxidesvalorização do real, em 1999.

Tanto a estatal quanto a Braskem passaram a adotar a contabilidade de hedge em maio. No entanto, as companhias só comunicaram a nova prática ao mercado em julho, quando os balanços já estavam fechados.

É possível que a CVM também olhe a maneira como o impacto dessa contabilidade foi destrinchada nos balanços. Outro ponto é verificar se as companhias cumpriram o trâmite necessário à adoção do hedge. Por exemplo, se há garantias de receita futura compatível com a perda contábil referente ao efeito do câmbio sobre a dívida.

Na contabilidade de hedge as exportações são usadas como proteção contra a variação da dívida em moeda estrangeira. A manobra elimina o descasamento contábil entre os efeitos benéficos da valorização do câmbio na receita de empresas exportadoras - mais demorado - e o imediato peso negativo sobre a variação da dívida em moeda estrangeira.

A decisão da Petrobrás de adotar a mudança a partir de maio evitou um resultado trimestral fraco. O lucro de R$ 6,201 bilhões reportado entre abril e junho foi alcançado porque um montante de R$ 7,982 bilhões em perdas cambiais não foi contabilizado no resultado, mas no patrimônio líquido da empresa.

No caso da Braskem, o hedge adotado evitou que o prejuízo líquido de R$ 128 milhões no segundo trimestre fosse mais de oito vezes superior.

O prejuízo da petroquímica teria chegado a R$ 1,082 bilhão no período, segundo a própria empresa.

O início da temporada de balanços do segundo trimestre já indica que nos próximos meses outras companhias tendem a usar a contabilidade de hedge. A mineradora Vale informou que estuda a adoção da prática.

No entanto, o presidente da Vale, Murilo Ferreira, declarou em teleconferência com analistas e investidores que a empresa decidiu não usar a prática no segundo trimestre para não parecer uma medida "casuística".

Fonte: O Estadão.

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Reguladores dos EUA Querem mais Transparência em Auditoria


Reguladores norte-americanos divulgaram uma proposta controversa nesta terça-feira que pode obrigar auditores a dar mais detalhes sobre a análise de balanços de empresas listadas em bolsa, numa tentativa de munir investidores com mais informações.

O comitê de vigilância contábil para empresas abertas afirmou que sua proposta, se adotada, seria a mudança mais significativa para relatórios de auditoria desde a década de 1940.

Nos últimos 70 anos, auditores aderiram ao padrão de opinião de auditoria de três parágrafos, que fica anexada ao balanço anual da companhia, que essencialmente dão uma nota aos livros da empresa.

Os relatórios afirmam se os comunicados financeiros apresentados correspondem à condição financeira da empresa e se seguem os princípios contábeis (GAAP).

A proposta desta terça-feira não acabaria com o atual sistema de aprovação das empresas pelos auditores. Mas pela primeira vez em décadas, seria necessário que os auditores avaliassem informações além dos comunicados financeiros, e descrevessem os resultados.

Grupos de investidores criticaram nos últimos anos a fórmula de três parágrafos dos relatórios de auditoria, afirmando que se tratava apenas de um carimbo que falha em dar informações necessárias, incluindo preocupações que podem ter surgir durante a auditoria.

Mas empresas abertas e auditores afirmam que a direção da empresa, e não os auditores, deveriam fornecer informações adicionais. As companhias estão cautelosas com a possibilidade de mudanças nas regras, afirmando que a informação pode ser tirada do contexto ou entrar em conflito com regras de confidencialidade.

Fonte: Portal Exame.

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Revista Evidenciação Contábil & Finanças


Nasce a Revista Evidenciação Contábil & Finanças!

A RECFin foi idealizada com o objetivo de contribuir com a construção e a atualização do conhecimento nas áreas de Contabilidade, Atuária e Finanças por meio da publicação de trabalhos que fomentem o debate científico em torno de temas de interesse dessas áreas. 

A RECFin é uma publicação eletrônica do Departamento de Finanças e Contabilidade (DFC) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em parceria com o parceria com o Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis (PPGCC) desta instituição, dirigida a professores, pesquisadores, alunos de graduação ou pós-graduação e profissionais de Contabilidade, Atuária e áreas afins. Suas publicações buscam apresentar conteúdo original e relevante, podendo ter sido apresentado em eventos científicos, desde que não tenham sido publicados por outro periódico. 

Criada com o compromisso de apresentar padrões de qualidade e de rigor característicos de férteis áreas de conhecimento, como a Contabilidade, a Atuária e a própria Finanças, não esquecendo dos preceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), a RECFin apresenta em seu número inaugural oito importantes contribuições à literatura adjacente, dentro de suas quatro linhas editoriais, dando início ao cumprimento de seu objetivo, que é um grande desafio.

Visite a página da RECFin e acesse seus artigos no seguinte link:

v. 1, n. 1 (2013)
Sumário

Editorial
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EDITORIAL (1-3)
Orleans Silva Martins

Seção Nacional
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ARTIGOS PUBLICADOS EM PERIÓDICOS INTERNACIONAIS SOBRE CORE INFLATION NO PERÍODO DE 2000 A 2010 (4-19)
Ilse Maria Beuren, Cosmo Rogério de Oliveira

COMPARAÇÃO DE DESEMPENHOS DE CARTEIRAS OTIMIZADAS PELO MODELO DE MARKOWITZ E A CARTEIRA DE AÇÕES DO IBOVESPA (20-37)
Sandro Marques, Wesley Vieira da Silva, Jansen Maia Del Corso, Luciano Luiz Dalazen

DETERMINANTES E CONSEQUÊNCIAS DO FECHAMENTO DE CAPITAL NAS PRÁTICAS DE GERENCIAMENTO DE RESULTADOS (38-57)
João Antônio Salvador de Souza, Wando Belffi Costa, José Elias Feres de Almeida, Patricia Maria Bortolon

DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL E CUMPRIMENTO DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL: UMA ANÁLISE DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS UTILIZANDO DADOS EM PAINEL (58-70)
Paulo Francisco Barbosa de Sousa, Alexandre Oliveira Lima, Cícero Philip Soares do Nascimento, Maria da Glória Arrais Peter, Marcus Vinícius Veras Machado, Amanda de Oliveira Gomes

A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE ENSINO E APRENDIZAGEM EM CONTABILIDADE: UM OLHAR SOBRE OS CONGRESSOS USP E ANPCONT NO PERÍODO DE 2007 A 2011 (71-84)
Morjane Armstrong Santos, Elaine Gonçalves Pires, Magno Oliveira Macambira, Adriano Leal Bruni

UMA ANÁLISE CRÍTICA ENTRE OS CURRÍCULOS DOS  CURSOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS NOS PAÍSES DO MERCOSUL  E O PROPOSTO PELA ONU/UNCTAD/ISAR (85-98)
Giovanna Tonetto Segantini, Clayton Levy Lima de Melo, Edzana Roberta Ferreira da Cunha Vieira Lucena, José Dionísio Gomes da Silva

A UTILIZAÇÃO DE MODELOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO SOB A PERSPECTIVA DO GECON E DO BALANCED SCORECARD: ESTUDO DE CASO EM UMA CENTRAL DE COOPERATIVAS DE CRÉDITO (99-117)
Vinícius Gomes Martins, Luiz Felipe de Araújo Pontes Girão, Augusto Cézar da Cunha Sila e Filho, Aneide Oliveira Araújo

Seção Internacional
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O GOODWILL NA AVALIAÇÃO DE EMPRESAS: UM ESTUDO SOBRE A REALIZAÇÃO DE TESTES DE IMPARIDADES E AS ALTERAÇÕES CONTABILÍSTICAS NO ÂMBITO DAS CONCENTRAÇÕES DE ATIVIDADES EMPRESARIAIS (118-130)
Thiago de Sousa Barros, Ana Maria Gomes Rodrigues

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