Informações sobre Contabilidade, Atuária, Economia e Finanças.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

O anti-marketing do Big Brother: De Olho no "Mau Negócio"



Para muita gente, a décima edição do Big Brother vai ficar marcada como a que consagrou o politicamente incorreto Marcelo Dourado, jogador reincidente que, graças às suas pérolas, acabou colocando a Globo numa baita saia justa com o Ministério da Saúde (a ponto de a emissora ter de veicular um comunicado esclarecendo as formas de transmissão da aids durante a final, na terça-feira).


Mas a edição foi muito mais interessante do que isso — sobretudo para as empresas que costumam usar o Big Brother como vitrine de marketing. Algumas das ações planejadas pelos executivos não surtiram nem de longe o efeito planejado. Em alguns casos, o resultado foi exatamente o contrário.


Vejam o que aconteceu com a Ambev, um dos tradicionais anunciantes do programa. Para promover o Guaraná Antarctica, a empresa criou um jogo segundo o qual os participantes deveriam beber uma quantidade de copos do refrigerante determinada pelo arremesso de um dado gigante.


Tamanho era o investimento em imagem que até o craque Ronaldo participou do quadro, como juiz.


Pois alguns dos participantes simplesmente se recusaram a terminar o jogo, e não esconderam o mal-estar que sentiram ao ingerir três ou quatro copos do Guaraná.


Ou seja. A Ambev pagou uma nota para ter seu produto detonado em rede nacional.


Outra ação que teve resultado inesperado foi a da Honda. A montadora sorteou um de seus maiores sucessos de vendas, a Honda Bizz, entre os participantes da casa. O vencedor foi o Serginho, homossexual assumidíssimo — que tratou de apelidar a motocicleta de “Honda Bicha” (com uma ajudinha do próprio Pedro Bial).


Não que a Honda tenha demonstrado qualquer tipo de preconceito com relação à atitude. Mas certamente não era essa a sua estratégia de comunicação.


Fica, então, a lição para as próximas edições do reality show. Quando se trata de gente, o resultado nunca é assim, preto no branco. Sorte da marca que conseguir lidar com isso de maneira tranqüila. Até porque, a julgar pela enxurrada de empresas que despejam um caminhão de dinheiro no Big Brother todo ano, o risco deve mesmo valer a pena.


Fonte: Portal Exame.

Continue lendo >>

Por Que o BB é Mais Rentável que Bradesco e Itaú Unibanco?



Uma relativa surpresa no levantamento sobre o desempenho dos bancos divulgado hoje pela Economática foi a altíssima rentabilidade do Banco do Brasil frente a seus pares. O banco apresentou um retorno sobre o patrimônio de 34,7%, o maior entre todos os bancos das Américas, o que inclui instituições como Goldman Sachs e JP Morgan, além dos concorrentes nacionais Itaú Unibanco e Bradesco. É verdade que parte dessa rentabilidade é explicada por receitas extraordinárias (isto é, que não se repetem) da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do banco — o valor dos ativos e passivos foi atualizado, o que gerou um lucro extra de 3 bilhões de reais para o banco. Mesmo quando se exclui esse efeito, porém, o BB permanece na liderança de rentabilidade, com um retorno sobre patrimônio de 26%, contra 22% do Itaú Unibanco e 20% do Bradesco.


Uma das explicações para o bom resultado do BB, segundo analistas, é o comportamento que o banco teve durante a crise. Num momento em que os grandes concorrentes privados foram conservadores, o BB teve de seguir a recomendação do governo de injetar dinheiro na economia por meio da concessão de crédito, que cresceu 33% de 2008 para 2009. Poderia ter sido desastroso, mas deu certo.


Segundo João Augusto Salles, economista da consultoria Lopes Filho, os bancos estão enfrentando dificuldades cada vez maiores para atingir altas rentabilidades. “A queda da taxa básica de juro e o aumento da concorrência em vários segmentos bancários tornou o ambiente menos atrativo para as instituições financeiras”, diz Salles. O Itaú, por exemplo, chegou a ter rentabilidade recorrente superior a 30% entre 2003 e 2006, mas ficou em 22% no ano passado. “Mesmo assim, a rentabilidade dos bancos ainda é alta se comparada à de outros setores”, diz Salles. Veja os resultados:


BANCO RENTABILIDADE MÉDIA EM 2009
Banco do Brasil 34,7%
Itaú Unibanco 24,2%
Bradesco 23,8%
Goldman Sachs 19,8%
American Express 16,2%
Wells Fargo 11,6%
PNC Bank 8,8%
US Bancorp 8,4%
JP Morgan Chase 7,1%
Fifth Third Bancorp 5,8%


Fonte: Economática (por Portal Exame).

Continue lendo >>

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Comissão Aprova na Câmara Redução de Jornada de Trabalho e de Salários Durante Crise



Ubiali proibiu demissões durante o período de redução da jornada.A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 5019/09, do deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que estabelece condições para a redução de jornada de trabalho e de salários em períodos de crise.

Conforme a proposta, as empresas que tiverem uma queda média de 20% ou mais da receita de suas vendas ou do saldo de seus depósitos e empréstimos (no caso de bancos), por três meses, em comparação com igual período do ano anterior, podem reduzir a jornada de trabalho dos seus empregados.

A lei atual (4.923/65) não estabelece um indicador objetivo para permitir a redução da jornada, admitindo-a quando a empresa estiver em dificuldade econômica "devidamente comprovada" — expressão considerada "vaga" pelo autor da proposta.

Conforme a proposta, a redução do salário será proporcional à redução da jornada e não poderá ser superior a 25% do salário contratual, respeitado o salário mínimo. Essa regra já consta da lei atual.

Pela proposta, a redução da jornada de trabalho será feita por acordo feito com os sindicatos. O prazo da redução de jornada não poderá superar seis meses, desde que as vendas não tenham melhorado.

A queda de vendas deverá ser comprovada com a apresentação das notas fiscais emitidas durante o período ou do balancete dessas notas.

PRESERVAÇÃO DO EMPREGO

A proposta foi aprovada com alterações feitas pelo relator, deputado Dr. Ubiali (PSB-SP). Um delas proíbe demissões durante o período de vigência da redução da jornada. O relator também retirou da proposta a necessidade de homologação dos acordos sobre redução de jornada pelo Ministério do Trabalho e criou regras específicas para empresas que tenham menos de um ano de funcionamento.

TRAMITAÇÃO

O projeto, que tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., ainda será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra do PL 5019/2009:


http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=429515


Fonte: Agência Câmara.


Continue lendo >>

Sétima Maior Empresa de Auditoria do Brasil Seleciona Trainees


A Crowe Horwath RCS, sétima maior empresa de auditoria e consultoria do País, abre inscrições para a contratação de 20 trainees. Para concorrer é necessário ser recém-formado ou estar cursando Ciências Contábeis, Administração de Empresas ou Economia. A empresa oferece bolsa-auxílio, adicional de custeio da faculdade, vale-refeição e seguro de vida, além de assistência médica e odontológica opcionais.

Os interessados precisam ter conhecimento de pelo menos uma língua estrangeira, preferencialmente o inglês, e noções de informática. Os currículos devem ser enviados até o próximo dia 7 de abril para o e-mail recrutamento@crowehorwathrcs.com. O processo seletivo abrange quatro etapas – avaliação de currículos, dinâmica de grupo, entrevista com gerente e entrevista com o presidente da empresa.



Sobre a Crowe Horwath RCS



A Crowe Horwath RCS é a sétima maior empresa de auditoria e consultoria do Brasil. É referência no setor, tanto na prestação de serviços para empresas de médio e grande porte, de capital aberto ou fechado, como na implantação de planos estratégicos em pequenas e médias companhias. É membro da Crowe Horwath International – uma das dez maiores redes independentes de auditoria do mundo – composta por 142 empresas, 558 escritórios, 26 mil profissionais e staff em 102 países. A companhia conta com uma equipe multidisciplinar de 200 profissionais para atender à demanda de mais de 500 empresas.



Acesse: www.crowehorwathrcs.com



Fonte: FinancialWeb.

Continue lendo >>

Automóvel Pode Ficar até R$ 2.000 Mais Caro com Volta do IPI



Após 15 meses, terminou ontem o último incentivo fiscal para a compra de carros, e o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos modelos flex (bicombustíveis) foi elevado. Para os carros 1.0, a alíquota sobe de 3% para 5% a partir de hoje. Já nos veículos com motorização entre 1.0 e 2.0, o imposto passa de 7,5% para 11%.


Com a elevação da carga tributária, a expectativa é que os preços desses veículos tenham um reajuste entre R$ 800 e R$ 2.000, de acordo com concessionários. Hoje, algumas montadoras devem começar a divulgar as novas tabelas.


Para o diretor-superintendente da consultoria Jato Dynamics, Luiz Carlos Augusto, é possível que haja aumentos ainda maiores, depois da onda de descontos que marcou os últimos 15 meses de vigência do IPI reduzido. "Agora, com as tabelas novas, é provável que as montadoras queiram recompor suas margens."


Mas, no curto prazo, ainda não há certeza de como os preços irão se comportar, ressalta o presidente da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), Sérgio Reze. "É difícil prever o que vai acontecer porque isso depende de uma decisão individual de cada montadora."


Segundo o consultor Vitor Meizikas, da Molicar, empresa especializada no mercado automotivo, foi "feito muito alarde sobre aumento de preços, mas, por conta da concorrência acirrada entre as empresas, não será fácil repassar a alta do IPI".


A redução do imposto foi anunciada pelo governo em dezembro de 2008 como medida para contornar a crise global, que secou o crédito e derrubou as vendas do setor automotivo, provocando demissões em massa. Inicialmente, a medida duraria três meses, mas foi prorrogada três vezes.


Em novembro de 2009, nas vésperas da conferência sobre o clima em Copenhague, o governo decidiu manter os benefícios para os modelos flex, enquanto retirava a redução do tributo para veículos a gasolina.


Balanço


Durante a vigência do IPI reduzido, foram os segmentos de carros 1.0 e 2.0 que tiveram melhor desempenho no mercado, com com aumento de 15% das vendas no período entre janeiro de 2009 e fevereiro de 2010 -na comparação com os 14 meses imediatamente anteriores-, de acordo com levantamento da Jato Dynamics. Os licenciamentos de veículos 1.6 cresceram 3,28%, enquanto os com motor 1.8 recuaram 1,57%.


"Com a redução do imposto, os consumidores que tinham orçamento para pagar por um carro 1.8 preferiram pular para o 2.0. E, ao mesmo tempo, entraram novos consumidores no mercado em busca de carros populares", disse Augusto.


Fonte: Folha Online.

Continue lendo >>

Governo Central tem Déficit de R$ 1,0 Bi em Fevereiro





O governo central formado por Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central registrou em fevereiro um déficit de R$ 1,091 bilhão, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 30, pelo Tesouro. O resultado ruim se deve ao baixo superávit realizado pelo Tesouro no mês passado, de apenas R$ 2,659 bilhões.


A Previdência Social registrou déficit de R$ 3,781 bilhões e o Banco Central fez um pequeno superávit de R$ 30,3 milhões. Em janeiro, o governo central apresentou um superávit de R$ 13,866 bilhões devido ao saldo positivo do Tesouro naquele mês de R$ 17,583 bilhões.


No acumulado do primeiro bimestre, o superávit do governo central foi de R$ 12,775 bilhões, o que representa 2,45% do Produto Interno Bruto (PIB). No mesmo período de 2009, o superávit foi de R$ 2,866 bilhões, o que equivalia a 0,61% do PIB.


Despesas do governo central sobem


As despesas do governo cresceram 8,8% no primeiro bimestre de 2010 ante o mesmo período de 2009, segundo dados do Tesouro. Esse aumento é puxado pelos gastos com custeio e capital, que subiram 25,5%. Por outro lado, os gastos com pessoal tiveram uma queda de 4,7% no período.


Já as receitas registraram um crescimento de 17,8%, no primeiro bimestre de 2010 e as transferências para Estados e municípios subiram 10,3%, em relação ao mesmo período de 2009. Com isso, as receitas líquidas de transferência registraram alta de 19,6%.


Despesas com PAC


Os gastos com investimentos do governo no primeiro bimestre de 2010 somaram R$ 5,441 bilhões, segundo os dados do Tesouro Nacional. O valor representa um crescimento de 101% em relação aos investimentos realizados no primeiro bimestre de 2009 (R$ 2,704 bilhões).


Os gastos com os investimentos incluídos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em janeiro e fevereiro, foram de R$ 2,267 bilhões, 132% a mais que em igual período do ano passado (R$ 977 milhões). Os gastos com o PAC podem ser abatidos da meta de superávit primário, que este ano é de 3,3% do PIB.


Receita com dividendos


As receitas com dividendos, em fevereiro, impediram que o déficit das contas do Governo Central, de R$ 1,091 bilhão, fosse ainda maior. Dados mostram que o Tesouro recebeu receita de R$ 2,052 bilhões, no mês. Em janeiro, as receitas com dividendos somaram apenas R$ 78,9 milhões.


Fonte: Agência Estado.


Continue lendo >>

Notícias do Mercado de Ações no Mundo

Destaques do Mercado de Ações

Heatmap do IBRX-50

Dados Financeiros das Principais Empresas

Siga este Blog

Número de Visitas

Indique Este Blog

CLIQUE AQUI!
Orleans Silva Martins. Tecnologia do Blogger.